Pesquisa sobre home office: 53% das empresas não estavam preparadas

pesquisa sobre home office

Pesquisa sobre home office: levantamento da Acesso Digital, Grupo Cia de Talentos e Instituto Locomotiva ouviu profissionais de RH sobre a adaptação dos colaboradores e a necessidade de modernização de processos.

A implementação do home office é uma novidade para 53% das empresas brasileiras. A constatação faz parte da pesquisa “Gestão de Pessoas no Cenário da Pandemia de COVID-19”, feita pelo Instituto Locomotiva, com o apoio da Acesso Digital, IDTech que desenvolve soluções para simplificar a relação entre pessoas e empresas, e do Grupo Cia de Talentos.

O levantamento ouviu 185 profissionais de RH de todo o Brasil, que atuam em empresas nacionais e multinacionais, de segmentos como serviços, bens de consumo, varejo e saúde, entre os dias 14 e 27 de abril. Mais de 80% deles avaliaram a implantação de ferramentas para o trabalho à distância como positiva, enquanto 91% destacaram a agilidade na tomada de medidas de proteção aos funcionários como eficiente ou muito eficiente.

Pesquisa sobre home office: a transformação digital

A pandemia também acelerou a necessidade da transformação digital para a desburocratização da área de recursos humanos, com 47% das empresas começando a adotar soluções de modernização agora. Apenas 21% dos entrevistados afirmaram que as empresas já utilizavam métodos inovadores em processos de RH e mais da metade deles disse que há uma pressão da liderança para utilizar tecnologia no departamento.

“A simplificação de processos já estava na pauta dos RHs, mas a pandemia acelerou a necessidade por ferramentas que possibilitem transações remotas. Reduziram-se as barreiras internas por adoção de tecnologia”, explica Gabriela Onofre, VP de Comunicação e Marketing da Acesso Digital.

Pesquisa sobre home office: importância de líderes humanizados

Apesar das análises positivas, os profissionais estão preocupados com a volta ao trabalho e com a nova dinâmica das empresas. Menos de 32% dos profissionais entrevistados avaliaram positivamente aspectos como a manutenção do engajamento dos funcionários, redefinição de políticas internas, revisão justa das metas e resultados, assistência psicológica dos funcionários e apoio e treinamento à liderança das diferentes áreas da empresa para atuação em gestão remota.

“A gestão remota se tornou uma habilidade essencial para muitos setores e a busca por líderes humanizados deixou de ser um diferencial para se tornar requisito básico quando o assunto é gestão de pessoas”, afirma Sofia Esteves, fundadora e presidente do conselho do Grupo Cia de Talentos.

Para Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, “as empresas que notaram aumento na motivação dos funcionários em home office reforçam a tendência de que os negócios estão em plena ascensão. E os setores voltados para a tecnologia – cada vez mais presentes e necessários para agilizar processos de RH e colaborar para a execução do home office – estão aquecidos. É como venho analisando as questões de mercado: em período de crise econômica surgem grandes oportunidades”, conclui.

Pesquisa sobre home office: aponta satisfação com home office pelos colaboradores

Nova pesquisa da Robert Half revela como os colaboradores brasileiros se sentem sobre o trabalho remoto e o futuro do trabalho.

– 86% dos trabalhadores gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência quando as restrições de permanecer em casa forem flexibilizadas.

– 49% dos profissionais de escritório que fizeram a transição para o trabalho remoto dizem que têm melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal sem o deslocamento diário.

– 64% dos funcionários dizem que vão repensar o ‘aperto de mãos’ nos negócios no futuro.
Como os funcionários de escritório e empresas têm se mantido firmes durante a crise do novo Coronavírus? E como eles sentem que a vida profissional mudará quando os locais de trabalho reabrirem? Para descobrir isso, a Robert Half, a primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo, entrevistou mais de 800 profissionais no Brasil sobre o trabalho remoto e o futuro do trabalho.
“Nossas vidas mudaram como resultado da COVID-19, incluindo onde, como e quando trabalhamos” , diz Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half . E complementa: “Quando as empresas abrirem suas portas novamente, os negócios serão diferentes. Os empregadores e suas equipes têm demonstrado bastante habilidade em operar a partir de diferentes localidades. Por isso, haverá lições importantes aprendidas que guiarão a relação de trabalho no futuro”. Leia pesquisa completa aqui.

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