Veja se essa profissão é para você!

Carreira de modelo, quem nunca sonhou com isso?

E quem já se arriscou no mercado da moda, sabe que a profissão demanda muita resiliência, motivação e foco.

É preciso aprender a lidar com a constante rejeição sem levar isso para o lado pessoal. E para discutir melhor o tema, conversamos com a modelo plus size, empresária e ainda famosa nas redes sociais Ana Brum.


Segundo Ana, a carreira de modelo plus size é bem parecida com a de modelo tradicional.

As áreas de atuação abrangem passarela e campanhas publicitárias em televisão, internet e revistas. A diferença é que essa categoria de modelo precisa vestir pelo menos o número 44.


A vida de modelo começou de forma inusitada para a Ana, que nunca tinha sonhado com o mundo da moda e nem acreditava ter o perfil para encarar a profissão.

“Nunca me enxergava como uma mulher bonita. Sempre fui grande, corpuda e não conhecia a carreira de modelo plus size”, desabafa.

Foi quando um olheiro a encontrou no Orkut e a convidou para um teste, que essa possibilidade surgiu em sua carreira. 


Mas nem sempre todos têm a mesma sorte de serem encontrados por um olheiro para iniciarem seus trabalhos como modelo.

Muitos profissionais precisam buscar suas chances no mercado e para isso, Ana indica procurar agências de modelo. “O ideal é procurar agências idôneas.

Hoje, infelizmente, existem muitas agências que só estão preocupadas em vender books e acabam enganando pessoas. Também aconselho tomar cuidado com agências que fazem muitas promessas. Não são as agências que fecham os trabalhos, a decisão final é sempre do cliente”, pontua a modelo plus size. 


E conseguir um contrato com uma boa agência é só o começo da carreira de modelo. Segundo Ana, existem diversos outros desafios enfrentados nessa profissão que os modelos precisam estar dispostos a enfrentar.

No caso dela, o trabalho como modelo não é sua única fonte de renda. Além das fotos, Ana divide seu tempo entre trabalhos como freelancer e sua loja de moda plus siza a Brum Curvy.


Uma dica é conciliar a atividade de modelo com um trabalho flexível, principalmente no começo da carreira.

A Ana ressalta que para crescer na área é preciso estar sempre disponível, “com o cabelo e unha impecável, bom humor e sempre sorrindo”. 


Também é importante saber lidar com a sazonalidade do negócio e se organizar financeiramente para períodos que tiverem pouco trabalho. 
Outro ponto importante é saber lidar com a rejeição.

Certamente, a rejeição é um dos temas mais delicados quando falamos do mercado de trabalho como um todo.

Muitos profissionais deixam de persistir em carreiras melhores simplesmente pelo medo da rejeição.

No caso de modelos, ser rejeitado é uma constante em suas carreiras. E como lidar com isso da melhor forma?

A modelo plus size explica que sempre tenta lidar com isso de forma positiva. Uma forma de colocar isso em prática é focar nas suas conquistas pessoais e entender que a rejeição nem sempre classifica a sua capacidade profissional.

Isso não significa que uma avaliação sincera da sua performance em uma entrevista de emprego não seja necessária.


“Eu brinco que todo mundo deveria fazer terapia na vida. A gente se entende e aprende a lidar com situações como essa. E aprende que isso faz parte da vida”, pontua a modelo. 

O importante é levar a rejeição de forma objetiva e não pessoal. Muitas pessoas encaram a rejeição como “eu não sou um bom profissional”, quando na verdade isso tem muito mais relação com “algo não está adequado”.

E essa inadequação pode ser em relação ao seu perfil profissional ou algo que você precisa aprimorar dentre suas habilidades.

E além de modelo e empresária, Ana Brum é influenciadora nas redes sociais.

Seu papel é incentivar mulheres gordas a se sentirem bem consigo mesmas, além de ensinar dicas de moda específicas.

Ana explica que é muito gratificante receber mensagens de meninas que começaram a usar regata, por exemplo, depois de acompanhar o seu perfil.

E para conquistar esse status, a modelo garante que não é fácil. “É preciso trazer conteúdo relevante sempre e saber lidar com críticas diariamente”.

O trabalho de modelo se apoia muito nas redes sociais e o Instagram hoje faz o papel de portfólio, segundo Ana. Ela reestruturou seu perfil com fotos mais profissionais, tirou fotos com amigos e marido e deixou seu perfil aberto. O sucesso foi consequência.

Ana largou uma carreira dentro de escritório e garante que se sente muito realizada profissionalmente, apesar de hoje trabalhar mais horas com a carreira de modelo e empresária.

Para quem busca uma recolocação profissional, mas tem medo, Ana encoraja:

“Não tenha medo de mudar. Se na sua realidade você não puder jogar tudo para o alto e se arriscar em algo novo, faça aos poucos. Flexibilizar e conciliar o seu trabalho com o que você quer vai ajudar muito na sua vida.

Segundo Ana, a carreira de modelo plus size é bem parecida com a de modelo tradicional.

As áreas de atuação abrangem passarela e campanhas publicitárias em televisão, internet e revistas.

A diferença é que essa categoria de modelo precisa vestir pelo menos o número 44.

A vida de modelo começou de forma inusitada para a Ana, que nunca tinha sonhado com o mundo da moda e nem acreditava ter o perfil para encarar a profissão.

“Nunca me enxergava como uma mulher bonita. Sempre fui grande, corpuda e não conhecia a carreira de modelo plus size”, desabafa.

Foi quando um olheiro a encontrou no Orkut e a convidou para um teste, que essa possibilidade surgiu em sua carreira.

Mas nem sempre todos têm a mesma sorte de serem encontrados por um olheiro para iniciarem seus trabalhos como modelo.

Muitos profissionais precisam buscar suas chances no mercado e para isso, Ana indica procurar agências de modelo.

“O ideal é procurar agências idôneas. Hoje, infelizmente, existem muitas agências que só estão preocupadas em vender books e acabam enganando pessoas.

Também aconselho tomar cuidado com agências que fazem muitas promessas. Não são as agências que fecham os trabalhos, a decisão final é sempre do cliente”, pontua a modelo plus size.

E conseguir um contrato com uma boa agência é só o começo da carreira de modelo. Segundo Ana, existem diversos outros desafios enfrentados nessa profissão que os modelos precisam estar dispostos a enfrentar.

No caso dela, o trabalho como modelo não é sua única fonte de renda. Além das fotos, Ana divide seu tempo entre trabalhos como freelancer e sua loja de moda plus siza a Brum Curvy. 

Uma dica é conciliar a atividade de modelo com um trabalho flexível, principalmente no começo da carreira.

A Ana ressalta que para crescer na área é preciso estar sempre disponível, “com o cabelo e unha impecável, bom humor e sempre sorrindo”.

Também é importante saber lidar com a sazonalidade do negócio e se organizar financeiramente para períodos que tiverem pouco trabalho.

Outro ponto importante é saber lidar com a rejeição. Certamente, a rejeição é um dos temas mais delicados quando falamos do mercado de trabalho como um todo. Muitos profissionais deixam de persistir em carreiras melhores simplesmente pelo medo da rejeição.

No caso de modelos, ser rejeitado é uma constante em suas carreiras. E como lidar com isso da melhor forma?

A modelo plus size explica que sempre tenta lidar com isso de forma positiva. Uma forma de colocar isso em prática é focar nas suas conquistas pessoais e entender que a rejeição nem sempre classifica a sua capacidade profissional.

Isso não significa que uma avaliação sincera da sua performance em uma entrevista de emprego não seja necessária.

“Eu brinco que todo mundo deveria fazer terapia na vida. A gente se entende e aprende a lidar com situações como essa. E aprende que isso faz parte da vida”, pontua a modelo.

O importante é levar a rejeição de forma objetiva e não pessoal. Muitas pessoas encaram a rejeição como “eu não sou um bom profissional”, quando na verdade isso tem muito mais relação com “algo não está adequado”.

E essa inadequação pode ser em relação ao seu perfil profissional ou algo que você precisa aprimorar dentre suas habilidades.

E além de modelo e empresária, Ana Brum é influenciadora nas redes sociais. Seu papel é incentivar mulheres gordas a se sentirem bem consigo mesmas, além de ensinar dicas de moda específicas.

Ana explica que é muito gratificante receber mensagens de meninas que começaram a usar regata, por exemplo, depois de acompanhar o seu perfil. E para conquistar esse status, a modelo garante que não é fácil.

“É preciso trazer conteúdo relevante sempre e saber lidar com críticas diariamente”.

O trabalho de modelo se apoia muito nas redes sociais e o Instagram hoje faz o papel de portfólio, segundo Ana. Ela reestruturou seu perfil com fotos mais profissionais, tirou fotos com amigos e marido e deixou seu perfil aberto. O sucesso foi consequência.


Ana largou uma carreira dentro de escritório e garante que se sente muito realizada profissionalmente, apesar de hoje trabalhar mais horas com a carreira de modelo e empresária.

Para quem busca uma recolocação profissional, mas tem medo, Ana encoraja: 

“Não tenha medo de mudar. Se na sua realidade você não puder jogar tudo para o alto e se arriscar em algo novo, faça aos poucos. Flexibilizar e conciliar o seu trabalho com o que você quer vai ajudar muito na sua vida.

odelo e empresária, Ana Brum é influenciadora nas redes sociais. Seu papel é incentivar mulheres gordas a se sentirem bem consigo mesmas, além de ensinar dicas de moda específicas.

Ana explica que é muito gratificante receber mensagens de meninas que começaram a usar regata, por exemplo, depois de acompanhar o seu perfil.

E para conquistar esse status, a modelo garante que não é fácil. “É preciso trazer conteúdo relevante sempre e saber lidar com críticas diariamente”. 

O trabalho de modelo se apoia muito nas redes sociais e o Instagram hoje faz o papel de portfólio, segundo Ana.

Ela reestruturou seu perfil com fotos mais profissionais, tirou fotos com amigos e marido e deixou seu perfil aberto.

O sucesso foi consequência. Ana largou uma carreira dentro de escritório e garante que se sente muito realizada profissionalmente, apesar de hoje trabalhar mais horas com a carreira de modelo e empresária.

Para quem busca uma recolocação profissional, mas tem medo, Ana encoraja: 

“Não tenha medo de mudar. Se na sua realidade você não puder jogar tudo para o alto e se arriscar em algo novo, faça aos poucos. Flexibilizar e conciliar o seu trabalho com o que você quer vai ajudar muito na sua vida.

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