O que fazer para manter a autoestima no mercado corporativo?

manter a autoestima

 

O que fazer para manter a autoestima no mercado corporativo?, esse é o tema do artigo de hoje escrito por Clemilda Thomé.

 

Diz o dicionário: autoestima é a qualidade de quem se valoriza, se contenta com seu modo de ser e demonstra, consequentemente, confiança em seus atos e julgamentos.

Mas não é de ontem que nós, mulheres, sabemos o quanto somos alvos de preconceitos no mercado de trabalho e como isso pode impactar diretamente em nossa vida como um todo.

Seja pela diferença salarial, pela falta de empatia sobre a maternidade, ou pela diferença no valor médio de salário para altas posições de trabalho como gerência ou diretoria de uma empresa ou simplesmente por não acreditarem em nosso potencial. Então, fico pensando: o que fazer para manter a autoestima no mercado corporativo que nos coloca tantos desafios e empasses diariamente?

Manter a autoestima: O estudo

Essa, com certeza, não é uma pergunta fácil de ser respondida. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apresentados no estudo “Estatísticas de Gênero”, as mulheres trabalham, em média, três horas a mais por semana do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e o cuidado com pessoas (filhos, pais, companheiros etc).

Haja fôlego e entusiasmo para fazer tudo isso e ainda se olhar no espelho e sorrir, mas, se por algum motivo não está sorrindo para si mesma, por favor, este texto é – principalmente – para você.

Eu não estou aqui para fazer uma “guerra dos sexos”, pelo contrário, apenas quero mostrar como nós, mulheres, somos fortes.

Manter a autoestima: As mais dedicadas aos estudos

Vocês sabiam que apesar de tudo isso que citei acima nós ainda somos mais dedicadas aos estudos? E eu vou contar uma história, que poderia ter me derrubado, mas, que na verdade, tornou-se uma das minhas fortalezas e que me faz pensar no quanto essa questão da educação é verdade.

Meu sonho era fazer medicina, porém, sem condições financeiras para tal, resolvi fazer instrumentação cirúrgica para entender melhor a área. Certa vez, durante uma cirurgia cardíaca que começou às 07 da manhã e terminou por volta das 17h, o médico cirurgião perguntou se eu tinha gostado da experiência.

Eu não só tinha amado, como disse ao doutor que um dia gostaria de me tornar uma médica como ele, mas o que eu não esperava é que o especialista, ao invés de me incentivar, fez pouco caso do meu sonho.

Disse que eu nunca conseguiria, afinal, era mulher e não tinha condições para chegar em tal patamar. Sugeriu que eu cursasse sociologia, psicologia, biologia, ou qualquer outro curso que não fosse medicina. E, de certa forma, eu o agradeço.

Manter a autoestima: Forças para não desistir

Não pela desvalorização que sofri, mas porque ele me deu forças para não desistir, e assim eu ressignifiquei meu sonho. Cursei psicologia e, mais tarde, odontologia. Entendi que o sucesso e a realização profissional ainda estariam por vir. E é a maneira como decidimos enfrentar qualquer dificuldade que fará a diferença e definirá se elas serão apenas sofrimentos ou oportunidades de aprender a evoluir.

Por isso, devemos ser resilientes, ter força e coragem para recomeçar, mudar os planos e ressignificar o que e quando for preciso.

Eu sempre acreditei, desde o início da minha trajetória profissional, que toda mulher não deve desistir de trilhar seu próprio caminho. Mesmo que vivamos em um cenário em que o homem ainda ocupe uma posição de destaque, é muito importante que jamais nos esqueçamos da nossa força, do nosso conhecimento adquirido ao longo da vida e da nossa capacidade de equilibrar muitos pratos ao mesmo tempo, não é mesmo?

Manter a autoestima: Somos resilientes por natureza

Cuidamos do trabalho, da casa, dos filhos, dos pais, dos estudos e de nós. Sim, precisamos cuidar de nós. Precisamos olhar no espelho e sentir orgulho e gostar de quem somos.

É aí que aproveito para dar um conselho: a autoestima está muito ligada ao tempo que dedicamos para o autocuidado e para as nossas necessidades. A maneira como iniciamos e terminamos cada dia influencia diretamente todas as áreas de nossa vida.

Portanto, pra sermos felizes precisamos dedicar uma parte do nosso dia a nós mesmas e acredito que isso só é possível se tivermos uma rotina definida com um comportamento que te eleve fisicamente e espiritualmente. Um exemplo de como eu exercito a minha autoestima? Pois bem, eu acordo todos os dias às 04h30 e a primeira coisa que faço são as minhas gratidões.

Depois disso, sigo com meus exercícios físicos e, então, me sinto preparada para os compromissos profissionais. Mas, é importante que cada mulher crie a sua rotina, com erros e acertos, o importante é não desistir.

Manter a autoestima: Inteligência emocional

Nós precisamos de muita inteligência emocional em nosso dia a dia, e quanto mais a gente exercitar isso, maior será o nosso sucesso.

Se você ainda não se valoriza como deveria, trace metas, objetivos, tenha foco e estimule seus pensamentos e a autoanálise para perceber que você merece tudo aquilo que deseja.

Esse é o início de uma mudança de hábitos, de pensamentos e da sua comunicação externa, ou seja, a forma como você passa sua imagem para as pessoas, seja elas do seu meio familiar, pessoal ou profissional. Como eu sempre digo: o sucesso é uma decisão e manter sua autoestima faz parte desse processo.

Manter a autoestima: Sobre Clemilda Thomé

 

Nascida em 1954, na Cidade de Sapopema, interior do Paraná, filha de pais agricultores, foi uma das primeiras empresárias no Brasil a se tornar bilionária ao vender sua empresa NEODENT para uma multinacional suíça.

Hoje, é uma das mulheres de negócio mais influentes do país. Participa ativamente da gestão de suas empresas, no Conselho de Administração da DSS Holding, mas tem como seu maior legado, a promoção da educação, que ela acredita ser o maior agente das mudanças e desenvolvimento do país.

Exatamente por esse foco, Clemilda, faz parte do Instituto Sou 1 Campeão que oferece cursos voltados para performance física, prosperidade financeira e equilíbrio emocional, ao lado de seu esposo e Treinador Comportamental Mamá Brito e do ídolo do MMA mundial Rogério Minotouro.

Um dos únicos institutos capacitados para oferecer esse tripé do conhecimento como o caminho completo e necessário para ajudar pessoas a executarem planos de vida e de negócios.

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