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Vagas de Estágio: confira programas e vagas em aberto

Ei, você é um estudante universitário e está ansioso para iniciar a sua carreira? Então, fique atendo às vagas de estágio em aberto. Esse é um bom período para quem sonha em ingressar em um programa de estágio também. Isso porque muitos programas estão com inscrições aberto.

Bem, o primeiro passo para iniciar sua vida no mercado de trabalho é estudar sobre você. Isso mesmo, o ideal é que você saiba quem você é para entender qual tipo de empresa e área faria sentido para o seu perfil.

Por isso, se você tem um perfil mais flexível e adaptável, certamente gostará de trabalhar em uma startup. Porém, se seu perfil é mais tradicional, uma empresa grande e bem estruturada faz mais sentido.

Além disso, dentro da sua profissão existem diversas áreas para você atuar. Você pode começar com aquela que mais chama a sua atenção na faculdade e depois migrar para outras para deixar sua experiência mais completa.

Outra dica super importante é ler sobre as empresas. Estude as empresas que estão oferecendo um estágio e veja se você se encaixaria nelas. O ritmo frenético do varejo combina com você? Ótimo, então busque oportunidades em empresas desse setor. O que você mais ama é tecnologia? Bem, existem boas vagas de estágio em empresas tecnológicas.

Vamos para mais alguns pontos importantes antes de divulgarmos as vagas de estágio abertas.

Vagas de Estágio: preste atenção no seu currículo

Bom, agora que você já se conhece um pouco mais e sabe quais tipos de empresa gostaria de trabalhar, está na hora de cuidar do seu currículo. Lembre-se, ter um bom currículo é essencial para você conseguir seu primeiro estágio.

Aqui no PraCarreiras temos uma editoria específica de currículo. Nela, você encontra dicas específicas com entrevistas feitas com os próprios recrutadores. Confira aqui.

Além disso, criamos o e-book grátis Como Montar um Currículo e o disponibilizamos gratuitamente para todos que acompanham o PraCarreiras. Por isso, você não tem desculpas de não saber como montar um currículo de estágio!

Por fim, lembre-se de algo importante. Se você for participar de um programa de estágio, então prepare-se para várias etapas. Currículo, provas, dinâmica de grupo, entrevista entre outras. Mas não se preocupe, aqui no PraCarreiras você encontra suporte para todas essas etapas. Basta acompanhar nosso conteúdo sobre Plano de Carreira.

Nós também disponibilizamos Vagas de Emprego grátis todos os dias. Veja mais aqui.

Então, vamos para as vagas de estágio em aberto:

Vagas de Estágio

Amazon

Uma das maiores varejistas e empresas tecnológicas, está com o seu programa de estágio aberto. Você encontra mais detalhes aqui.

Lojas Americanas

Ainda no ramo varejista, outra grande com vagas em aberto é o das Lojas Americanas. Se o seu perfil é agressivo e focado em resultados, então esse programa pode ser o diferencial na sua carreira. Mais detalhes aqui.

Uber

Em constante crescimento, trabalhar na Uber pode ser o sonho de muitos profissionais. Então, veja se você tem o perfil aqui.

Estágio e Trainee

Se você está para se formar, então pode ser que uma vaga de trainee seja mais indicada. N Mobile tem diversas vagas de estágio e trainee. Por isso, vale a pena conferir cada uma delas e se você tem o perfil nesse link. O Grupo Boticário também oferece os dois programas.

Bancos e Seguros

Dois bancos estão com vagas de estágio em aberto: Itau e Citibank. Além disso, a Liberty Seguros também está com seu programa aberto.

Oportunidades espalhadas pelo Brasil

Se você não mora em São Paulo, então fique atento para oportunidades de estágios com atuações em vários estados do Brasil. Uma das empresas nesse quesito é a ArcelorMittal, a outra é a Saphyr e, por fim, a Eaton.

Empresas grandes

Você também encontra oportunidades de estágio em empresas grandes como a Nestlé, a Oi, Saint Goban, Whirlpool, e RB.

Bom, agora é se preparar para seus programas para dar o seu melhor e conquistar a sua vaga. Boa sorte!

Profissional de RH: de olho no futuro

Desde que a tecnologia transformou a maneira como quase todos nós trabalhamos, o profissional de RH ganhou uma grande aliada em sua principal – e mais complexa – tarefa. “Com a automação e a tecnologia certa é possível reduzir muito o tempo do processo seletivo e trazer muito mais assertividade”, explica Mônica Hauck, CEO da Solides, uma empresa especializada em software para identificação de perfis comportamentais. A ferramenta é utilizada por profissionais de RH, coaches e educadores em processos de contratação, gestão e desenvolvimento de pessoas. “Se reduz drasticamente a leitura daquele monte de currículos, as dinâmicas, as entrevistas, porque a nossa tecnologia entrega velocidade e assertividade juntas”, completa.

Nessa entrevista, Mônica fala sobre os principais desafios que o profissional de RH terá daqui para frente e como se preparar para o futuro da profissão. Além disso, diz como as empresas devem se comportar para atrair os melhores talentos e quais as novas tendências de recrutamento. “Nós entramos, definitivamente, em uma era em que todos os setores das empresas vão ser geridos por dados. […] Não tem mais como o RH ficar de fora de uma gestão mais estruturada, focada em dados, especialmente a automação”.

Quanto ganha um gestor de RH? A média salarial desse profissional é R$ 5.333 por mês (Fonte: Glassdoor)

PC: Você é formada em História, certo? Como surgiu o seu interesse pela gestão de pessoas?

Eu sempre gostei muito de áreas ligadas a psicologia, sociologia e antropologia e, dos cursos que eu pesquisei, História foi o que mais me proporcionaria contato com esses conhecimentos. Na época, eu não sabia, mas isso me ajudaria muito com a gestão de pessoas. Principalmente a observar o comportamento das pessoas de forma coletiva. Então, quando penso em comportamento humano nas empresas, o olhar de historiadora me ajuda muito, no sentido de tentar encontrar padrões, de entender comportamentos coletivos.

PC: Então, hoje você consegue utilizar a sua formação em história na gestão de pessoas. É interessante como essas duas profissões podem se relacionar e a gente nem imagina.

Sim. Uso demais. Eu nunca tentei ser professora de História. O que eu procurei na faculdade está muito próximo da sociologia e da antropologia. São ciências que contribuem muito para a gestão de pessoas. Quando vou falar de cultura, de gestão, trago bastante conhecimento das ciências humanas de forma geral. O profissional padrão de RH geralmente é formado em psicologia, administração… A psicologia trata do indivíduo, e eu trago o olhar do coletivo, do comportamento desse indivíduo na coletividade.

PC: Como a ideia da Solides surgiu na sua trajetória?

Na verdade, eu já tinha uma empresa de tecnologia. O meu primeiro negócio de tecnologia não foi na área de RH. Eu tinha uma empresa que desenvolvia softwares para agronegócios. Mas, a partir de um gosto pessoal, meu sócio e eu começamos a pesquisar o comportamento humano. Essa pesquisa, que começou como uma curiosidade, virou paixão e, quando nos demos conta, tínhamos desenvolvido uma ferramenta de mapeamento comportamental, com 97,7% de acurácia.

Quando nós a mostramos para o mercado, descobrimos que tínhamos um negócio na mão. Foi quando começamos a trabalhar com a gestão de pessoas. Imediatamente começamos a conversar com profissionais de RH e foi paixão à primeira vista. Alguns anos depois, tive que optar, porque quando me dei conta, estava colocando meu foco todo nessa área de gestão de pessoas. Decidi não continuar com o agronegócio.

PC: E você chegou a direcionar a sua formação para essa área?

Entrei na gestão de pessoas graças à ferramenta de mapeamento comportamental que nós desenvolvemos. Isso é muito legal, porque essa entrada não convencional nos deu um olhar não convencional também. Então, eu nunca tive os vícios que, às vezes, um profissional clássico de gestão de pessoas tem. Nós conseguimos entrar nesse mercado com uma visão diferente. Tínhamos o background de tecnologia, mas tudo o que começamos a aprender sobre gestão de pessoas nos fez criar algo com um padrão diferente do que existia no mercado.

PC: Tenho notado que muitos profissionais acabam direcionando suas carreiras para áreas diferentes de suas formações. Você acredita que é uma tendência?

Acredito que é uma tendência e acho isso muito rico. Hoje, cada vez mais, as empresas têm percebido as vantagens de ter um time multidisciplinar. E, se você está em um ambiente em que é preciso pensar diferente para trazer soluções diferentes, precisa de um olhar não convencional. Então, trazer pessoas com outros conhecimentos, outros backgrounds é muito interessante. A forma como nós estamos absorvendo conteúdo e como temos nos formado profissionalmente tem mudado muito. Hoje em dia, dentro das carreiras, tem uma camada de especialização, mas também tem uma camada de conhecimento genérico. Então, cada vez mais, vamos ter, em um mesmo ambiente, pessoas de formações distintas tentando resolver o mesmo problema.

PC: No caso da Solides, a tecnologia é uma aliada. Mas a tecnologia também traz desafios para a gestão de pessoas?

O desafio é muito maior na ausência da tecnologia. O grande desafio que eu percebo quando converso com os profissionais de RH é essa mudança de cultura, de mentalidade. Historicamente, até pouco tempo atrás, o trabalho do profissional de RH era muito manual, ele trabalhava com processos não automatizados, tinha uma forte questão de subjetividade, de feeling.

E, agora, nós entramos, definitivamente, em uma era em que todos os setores das empresas vão ser geridos por dados. O RH, o marketing, o financeiro… não tem mais como o RH ficar de fora de uma gestão mais estruturada, focada em dados, especialmente a automação. Então, a maior dificuldade é fazer a transição desse profissional que ficou tanto tempo trabalhando de forma não automatizada, sem padrões, e transportá-lo para esse novo RH, que é muito mais estratégico. A maior barreira que nós temos hoje é mesmo cultural.

“Um olhar voltado para o futuro vai fazer toda a diferença para o profissional de RH”

PC: Então, com o uso da tecnologia, o RH tornou-se muito mais preciso.

Nós temos casos aqui na Solides em que conseguimos reduzir em até 70% o tempo de um processo seletivo. É claro que isso varia de acordo com a forma como o RH conduz o processo, mas com a automação e a tecnologia certa é possível reduzir muito o tempo do processo seletivo e trazer muito mais assertividade. Então, se reduz drasticamente a leitura de currículos, dinâmicas, entrevistas, porque a nossa tecnologia entrega velocidade e assertividade juntas. Como nós trabalhamos mapeando os padrões comportamentais, e a maioria das demissões nas empresas acontecem por causa do comportamento, nós conseguimos colocar o que é mais importante na frente durante o processo seletivo, de forma automática e com um índice de precisão muito grande. Então a gente ajuda o RH a não errar.

PC: Quais serão, na sua opinião, os principais desafios que a área de recursos humanos terá no futuro? Como o profissional de RH deverá se preparar para essas mudanças?

Nós estamos no meio de uma revolução industrial, em que tudo o que puder ser automatizado vai ser. Vamos ter a criação de novas profissões e de novas habilidades que nós nem imaginamos que existem e tudo isso vai acontecer muito rápido. Então, nós vamos ter que aprender e desaprender muito rapidamente. E depois reaprender. Isso impacta diretamente na forma como o RH faz recrutamento e seleção, em como ele treina um time e até em como ele busca profissionais. Cada vez mais o conhecimento adquirido não virá de uma universidade, de forma padrão e tradicional. A tecnologia tem ajudado a trazer essa mudança. As pessoas têm passado menos tempo no ambiente de trabalho e o conhecimento que antes nos passavam para executarmos nossas funções tem mudado. Tudo mudou, então agora o RH precisa ser muito mais dinâmico, estratégico e inovador.

PC: A tecnologia não substitui o trabalho do profissional de RH. Assim, que características esse profissional deve ter para que seja o casamento perfeito com a tecnologia?

No nosso caso, a tecnologia potencializa o trabalho do RH. Mas, ao mesmo tempo, ela entrega uma infinidade de ofertas que impactam diretamente o dia a dia desse profissional. Acredito que os skills que o profissional de RH deve ter é essa capacidade de aprender e desaprender muito rapidamente e a capacidade de arriscar mais, testando novas práticas. Historicamente, o profissional de RH é muito tradicional. E acho que nessa nova economia, em que nós temos menos tempo e as coisas mudam mais depressa, faz sentido testar mais, arriscar mais, experimentar coisas novas e, principalmente, ter esse olhar de futuro.

Nós temos, até hoje, um padrão de aprendizado muito focado no passado, na experiência. E com a nova economia, faz sentido aprendermos mais com o futuro. E é estranho, afinal, como aprender com o futuro? Exatamente pensando nas práticas de um mundo que ainda está sendo construído. Observar tendências, mudanças de comportamento… Esse olhar mais voltado para o futuro vai fazer toda a diferença para o profissional de RH.

PC: Muitas empresas ainda não aderiram às novas formas de gerir seu capital humano e estão muito apegadas aos métodos antigos, de controle e rigidez. Você acredita que essa realidade está mudando?

Eu acredito que isso varia de acordo com os setores da economia em que se está inserido. Os setores mais tradicionais ainda vão ter um tempo para se adaptar, mas, invariavelmente, todas as empresas terão que se adaptar, se quiserem pegar os melhores talentos. O que acontece é que há uma disparidade muito grande: existe a ausência de talentos, e, paradoxalmente, uma taxa de desemprego altíssima no país. Então, se as empresas quiserem obter os melhores candidatos terão que desenvolver uma nova forma de gestão de pessoas.

Agora, as empresas não só escolhem, elas também são escolhidas. Todo mundo está conectado e a conectividade não abrange só uma camada da população: da classe A a classe E todo mundo está conectado pelo celular e pode pesquisar sobre a empresa, ver o que acha sobre ela. As novas gerações fazem seu próprio processo seletivo, são elas que escolhem onde querem trabalhar. Então, se você não tem as melhores práticas, os melhores padrões de gestão de pessoas, não será escolhido e não terá os melhores profissionais.

PC: Qual é, na sua opinião, o segredo para ser bem-sucedido em qualquer carreira?

Essa é a pergunta de um milhão de dólares (risos). Vou dizer o que tem funcionado comigo. Existe um mantra, que é até um grande clichê, que diz “faça aquilo que ama”. E não tem vaga para todo mundo fazer o que ama. A conta não fecha. Na minha opinião, se você aprender a amar aquilo que faz, você cria uma relação diferente com o trabalho. Pensando até mesmo na minha própria história, nunca imaginei que um dia fosse empreender na área de tecnologia. Já trabalhei em bancos e tive outras experiências profissionais e nenhuma delas foi parte de uma construção de carreira padrão.

Mas uma coisa que eu observei foi que rapidamente eu aprendia o que estava fazendo e me apaixonava. E quando você se dispõe a se apaixonar pelo novo, que, às vezes, não é o que você planejou, sua relação com esse trabalho muda e, consequentemente, o resultado também. Eu não amava tecnologia, mas apareceu uma oportunidade, comecei a trabalhar e fiquei apaixonada. Então, em vez de procurar fazer o que você ama, procure amar o que você faz. Isso muda radicalmente a construção da carreira e abre a cabeça para várias coisas. O olhar muda, você descobre muitas coisas e começa a se relacionar de forma muito mais intensa com aquilo que você faz.

Médico do trabalho: profissional em alta

Muito mais que assinar laudos liberando a contratação ou a demissão de funcionários, o médico do trabalho é o profissional responsável por cuidar da saúde das pessoas no ambiente de trabalho. “De forma geral, o médico desta área deve contribuir para diminuir os riscos ocupacionais do trabalhador”, explica Paulo Akahoshi, que atua na área há 10 anos. Hoje, Paulo atende no Hospital Santa Marcelina e presta serviços para o Grupo Previne.

Mas, afinal, o que faz um médico do trabalho no dia a dia?

O papel desse profissional é assegurar que os funcionários de uma organização tenham uma relação saudável com o trabalho. Dessa forma, o médico do trabalho acompanha a saúde do colaborador desde o processo de contratação até o momento de sua demissão. Primeiramente, ele irá avaliar as condições físicas do profissional – aferindo a pressão arterial e a frequência cardíaca, por exemplo – para que se conclua sobre a aptidão dele à posição almejada. É também papel dele realizar avaliações periódicas com o propósito de garantir que as atividades e as condições de trabalho não afetem negativamente a saúde dos profissionais. Por fim, é o médico do trabalho que fará o exame demissional, atestando o estado de saúde do funcionário ao deixar a empresa.

Para Paulo, o médico que opta por essa área de especialização deve ter uma visão ampla. “Por ser uma área com foco preventivo, deve-se saber analisar as necessidades do trabalhador e da empresa, com objetivo de alcançar um ambiente ideal a todos”.

Medicina ocupacional: um mercado promissor

O médico do trabalho é um elemento fundamental nas empresas e, mesmo em períodos de crise, ele é acionado. Afinal, quando um funcionário é demitido, ele deve ser examinado por um time especializado.

Na opinião de Paulo, esse é um mercado promissor. “É um campo amplo e que ainda tem muito a evoluir”, diz ele. De fato, esse profissional pode atuar tanto dentro das organizações quanto em clínicas especializadas, consultorias e empresas de perícia médica.

Além disso, de acordo com o estudo Demografia Médica no Brasil, de 2018, existem 15.895 médicos do trabalho no país. Esse número tem crescido nos últimos anos, graças à preocupação cada vez maior das empresas com o bem-estar dos funcionários.

Sem dúvida os profissionais com essa especialização fazem diferença nos resultados das organizações. “Quando se proporciona uma saúde ocupacional melhor, consequentemente a produtividade melhora. Além de diminuir custos com afastamentos por motivos de doenças ocupacionais e acidentes”, ressalta Paulo Akahoshi.

O médico do trabalho está de jaleco, de braços cruzados e está com um estetoscópio pendurado no pescoço
Paulo Akahoshi: “Acho interessante cuidar da saúde do trabalhador, diminuir seus riscos”

O que é preciso para se tornar um médico do trabalho?

Embora não seja obrigatório para o exercício da medicina ocupacional, o título de especialista é uma importante certificação. Para obtê-lo é preciso, antes de tudo, ter concluído a faculdade de medicina.

Atualmente, há duas formas de obter o título: a primeira é por meio de residência médica de dois anos reconhecida pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). A segunda é a realização de uma pós-graduação na área. Os médicos devem, ainda, ser aprovados na prova de Título de Especialista em Medicina do Trabalho, realizada pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT).

Quanto ganha um médico do trabalho? O salário médio desse profissional é de R$ 11 mil por mês (Fonte: Glassdoor)

5 dicas para trabalhar em casa

Lembra que comentamos por aqui sobre o que é home office e como essa prática funciona? Pois bem, hoje vamos conversar um pouco mais sobre o assunto com dicas para trabalhar em casa sem preocupação. 

Da última vez, demos ideias de como essa dinâmica funciona – e até explicamos que trabalhar remotamente não é para todos. Isso exige dedicação e disciplina.

Porém, é importante trazer novas informações para tornar a transição prazerosa. Sair de um trabalho tradicional para uma carreira autônoma pode, sim, sem difícil se você não tiver um direcionamento.

Conversamos com Bruna Miranda, criadora e estrategista de conteúdo, para entender a organização de um profissional autônomo. Ela, que há anos trabalha no formato, falou sobre o dia a dia e a importância das pausas. Veja só:

1. Dicas para trabalhar em casa: tenha limites

Bruna explica que a maior dificuldade sempre foi estabelecer limites. Ser produtivo ao morar com outras pessoas pode ser confuso, já que os lugares de descanso e trabalho, agora, são os mesmos.

“Quando você mora só fica mais fácil ter controle desse ambiente, mas quando tem outras pessoas é preciso um respeito mútuo entre o seu ambiente de trabalho e o de lazer e descanso de outros”, explica.

Também não vale o contrário: usar as tarefas de casa como distração, em um processo de “procrastinação produtiva”. Respeitar o próprio horário de trabalho, nessa nova dinâmica, é essencial, e você não quer esse hábito na sua rotina. “Conseguir se livrar disso é um processo bem longo”, continua.

2. Dicas para trabalhar em casa: organize-se com base nas suas necessidades

Outro ponto importante: antes de começar a se organizar, saiba quais as suas necessidades e dificuldades. Identifique se você tem questões com horários, tende a esquecer projetos e prazos ou se sente sobrecarregado com facilidade.

“Um método de organização precisa resolver problemas acima de tudo. Depois disso, é pesquisar alguns métodos e processos, escolher um e só começar a testar”, explica Bruna. 

Como ela diz, o mais difícil é dar o primeiro passo, já que, partindo do zero, qualquer ferramenta é válida. Mas é o momento de testar e entender o que funciona, o que não funciona, o que pode ser descartado e ou mantido.

3. Dicas para trabalhar em casa: desenvolva disciplina e seja honesto consigo mesmo

Muitas vezes, a maior dificuldade do home office é manter a organização em dia. Mas, como diz a criadora de conteúdo, o principal é desenvolver disciplina e deixar as ferramentas terem efeito no seu dia. Isso significa permitir que elas sejam facilitadores e não mais uma barreira.

Outro ponto é saber a hora de deixar para trás um método que não satisfaz ou já não funciona mais. “Eu vejo muitas pessoas que se agarram em ferramentas ou processos que nem sempre são os melhores para elas, mas que veem outras pessoas usando ou ‘sempre usaram, então tá bom'”, diz.

4. Dica valiosa: faça pausas

É fato que o nosso cérebro precisa de momentos de descanso para continuar com o trabalho. Estudos dizem que fazer pausas de até 15 minutos por hora trabalhada aumenta a produtividade.

Ou seja, descansar durante a jornada é importantíssimo qualquer que seja a sua profissão ou local de trabalho. Essa, aliás, é uma das melhores dicas para trabalhar em casa, já que é comum autônomos exagerarem na carga horária ou se distraírem mais facilmente por estarem sempre em casa.

“Ficar na mesma tarefa por um longo período de tempo ou extrapolar nas horas trabalhadas te prejudicam no próprio trabalho. Você fica desatento, mais suscetível a erros e produz menos – e na sua saúde física e mental”, explica Bruna.

Existem muitas formas de colocar essas pausas no seu dia. Uma ideia é o método Pomodoro, em que as tarefas são divididas em blocos de 25 minutos, com intervalos intercalados de 5 minutos.

Mas é essencial ser rigoroso também com esses descansos. “Sigo esses momentos de pausa com a mesma rigorosidade e disciplina de uma tarefa urgente e importante – sem interrupções e não pode ser adiada”, diz a conteudista.

5. Por fim: conheça a si mesmo

Mas, acima de tudo, ser organizado pode não ser o suficiente. É preciso saber a hora de parar e estabelecer limites entre o que é a vida profissional e a vida pessoal. 

“Em algumas situações o seu corpo e cérebro vão dar sinais que você precisa parar, mas em outras eu acho que ter uma rotina estabelecida vai ajudar muito, porque dá limites que você mesma criou porque se conhece”, diz ela.

Aliás, essas dicas só funcionam de verdade se você estabelecer uma rotina para si mesmo. Ela é essencial para quem trabalha como autônomo ou freelancer.

Sem a rotina, as chances de você nunca desligar do trabalho e ficar sobrecarregado são grandes. E isso não traz nenhum benefício profissional ou para a sua saúde mental.

“A rotina me ajudou muito a encontrar esse equilíbrio e manter uma vida profissional saudável comigo mesma e com meus clientes”, finaliza Bruna.

E aí, o que achou das dicas para trabalhar em casa? Comente ou nos mande uma mensagem.

Networking profissional: como fazer no LinkedIn

Nós já comentamos a importância do networking profissional. E se você ainda não começou a sua rede de contatos, é melhor fazer isso agora! Mas, hoje vamos dar uma dica: como usar o LinkedIn com esse propósito.

A boa notícia é que o site, além de ser uma ótima forma de divulgar o currículo e conquistar a atenção dos recrutadores, é uma ferramenta incrível para construir uma rede de contatos.

“O LinkedIn é, sem dúvida, a melhor das redes sociais para se estabelecer conexões profissionais. Isso porque os participantes têm noção que qualquer relação com atividades não profissionais não é sequer bem-vinda”, diz o consultor Luciano Salamacha.

Aliás, Luciano diz que o diferencial do LinkedIn é a periodicidade e a qualidade das publicações. Elas são menos frequentes e mais concentradas em realizações e insights do mercado de trabalho.

Mas, com isso em mente, como fazer networking profissional pelo LinkedIn? Fique de olho às dicas abaixo.

1.Invista no seu perfil

Esse é o ponto mais importante quando se fala em networking no LinkedIn. Isso porque, o primeiro passo para construir uma boa rede de contatos é investindo no seu próprio perfil, tornando-o adequado e atrativo.

Nós já demos dicas de como criar um bom perfil na rede, e vale a pena colocar as sugestões na prática para conseguir resultados. Mas a ideia central é rechear a página com as suas principais realizações, despertando o interesse dos outros.

Isso significa que o foco é construir o seu perfil de forma que diferentes profissionais se interessem por trocar informações com você.

2.Faça convites personalizados

Se você encontrou um contato que gostaria de adicionar, lembre-se de fazer um convite personalizado. “Construa uma mensagem que se distancia das frases padrão, evitando a interpretação de que se trata de um convite massificado”, explica Luciano.

Mônica Ramos, consultora em gestão de pessoas e coach da MRPeople, diz também que essa mensagem pode dizer porque você quer contato – como pedir uma dica de atuação na área, ou explicar que você é um admirador do trabalho daquela pessoa.

“As pessoas não devem se intimidar em se conectar, pois a rede foi idealizada e existe para isso: potencializar contatos que irão gerar negócios, resultados, empregos, inovações, etc.”, diz ela. 

3.Interaja com a sua rede de contatos

Mais do que só adicionar pessoas, um bom networking profissional é constantemente ativo. Não adianta fazer conexões se você só interage quando precisa de um favor ou de um novo trabalho.

No entanto, se você não tem ideia de como interagir de forma construtiva na rede, Mônica dá algumas ideias:

  • curtir e comentar sobre postagens de pessoas e empresas;
  • seguir pessoas e empresas (o que ajuda muito caso você esteja buscando recolocação profissional);
  • publicar textos, artigos, conteúdos e enviar para pessoas do seu network;
  • conversar via caixa de mensagens (tendo um assunto relevante para comentar, discutir, compartilhar);
  • cumprimentar (em datas de aniversário, mudança de emprego, função, tempo na empresa);
  • participar de grupos da rede.

Ou seja, oportunidades de se fazer ver e ser visto não faltam por lá. Faça bom uso da ferramenta e comece o espalhar o seu nome e currículo de forma natural, para crescer a sua rede de contatos dia após dia.

4.Torne o networking profissional offline

Outro ponto interessante: lembre-se de, vez ou outra, levar os contatos para fora da internet. Uma interação cara a cara fortalece essa ligação, mas, segundo Luciano, é preciso cuidado na hora de fazer esses convites. 

“Um dos fatores mais relevantes é respeitar a progressão no contato, o que significa realizar um conjunto de interações dentro do ambiente da própria rede, evitando a insistência de transformar esse relacionamento em ambiente físico antes que a outra parte se sinta confortável para isso”, diz ele.

5.Tenha um objetivo claro 

Outro ponto importante, de acordo com Mônica, é saber porquê você quer crescer um network profissional. Você busca conhecer pessoas de áreas diferentes ou se fortalecer no próprio mercado?

“Ache na rede através da busca de pessoas pelos cargos, empresas e envie convites de conexão para aquelas que de alguma forma fazem sentido para o seu propósito”, explique.

Além disso, checar as conexões de pessoas que você já acompanha, e seguir outras que sejam relevantes para quem você já adicionou pode ser outra maneira de aumentar a rede.

A interação por lá automaticamente também vai ajudar com isso, atraindo pessoas que estejam alinhadas com o que você tem oferecido e buscado dentro da rede.

O principal é ter bom senso. Deixe as mensagens de “bom dia”, críticas e reclamações de fora. O LinkedIn é um espaço profissional, uma vitrine da sua carreira, e deve ser cultivado com atenção.

Portanto, use a página para aumentar a sua influência e número de contatos na sua área de atuação, interaja e fique esperto! É um exercício de observação e compartilhamento.

Contabilidade Gerencial: atualização constante

Embora nem sempre estejamos atentos, a contabilidade gerencial está presente em muitas situações do nosso dia a dia. É uma das ciências mais antigas da História, afinal, nasceu junto com a necessidade de contar e registrar posses. A sociedade evoluiu e, assim, essa necessidade se desenvolveu, dando origem a uma das profissões que mais cresce no mundo. Mas, afinal, o que faz um contador na atualidade? Em resumo, ele controla e registra as informações financeiras de uma pessoa ou empresa, dando base para decisões conscientes e estratégicas sobre os recursos disponíveis.

Entretanto, mesmo que o mercado da contabilidade seja promissor, é preciso atualizar-se constantemente. Com o intuito de compreender os desafios e oportunidades da área, conversamos com o supervisor contábil e fiscal Vanisson Faria. De acordo com ele, para ter sucesso na carreira é fundamental estar atento às mudanças na legislação. “Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o Brasil edita cerca de 800 normas por dia, somando 5,4 milhões desde a Constituição de 1988. Mais da metade se refere a matérias tributárias, o que significa em torno de 1,88 normas tributárias por hora em um dia útil”, explica. Conheça mais sobre a carreira em contabilidade e a trajetória de Vanisson a seguir.

Quanto ganha um contador? Um profissional sênior recebe em torno de R$ 7.453 (Fonte: LoveMondays).

PC: Como você definiria a contabilidade gerencial para uma pessoa completamente leiga?

Contabilidade é a ferramenta essencial para compreendermos as variações relacionadas aos nossos bens e direitos, obrigações e recursos. Ela auxilia tanto uma empresa quanto a qualquer cidadão, no estudo, na interpretação, no registro e controle de seu patrimônio, dando suporte para a melhor tomada de decisão acerca da saúde financeira.

PC: Como é, então, o dia a dia de um profissional da contabilidade?

É um dia cheio de desafios. Realizamos análises, registros contábeis, sempre de olho nos prazos do corporativo e dos órgãos governamentais.

PC: Em que áreas esse profissional pode atuar?

O profissional de contabilidade gerencial pode atuar como contador, que é o responsável por realizar os registros contábeis de empresas, pela prestação de assessoria contábil, declaração dos diversos tributos e planejamento tributário da empresa. Poderá também atuar como analista financeiro. Em perícia contábil na avaliação e diagnóstico das causas de desvios, ou má utilização dos recursos. Como consultor contábil, orientando empresas em relação à forma de gerenciar seus recursos financeiros e tomada de decisão. Como auditor, na avaliação minuciosa da aplicação de recursos financeiros. Além disso, ainda pode atuar com auditoria ambiental, contabilidade ecológica, como investigador de fraudes contábeis, entre outras.

PC: Quais são os principais desafios de atuar nesse mercado?

É o de se manter atualizado e especializado quanto às constantes mudanças na legislação. Além disso, acompanhar a evolução da tecnologia e sua influência direta nas empresas, na contabilidade e no uso da tecnologia da informação.

PC: Como foi a sua escolha pela profissão?

Por meio de um gestor, fui transferido de departamento e, assim, tive oportunidade de começar a trabalhar na área fiscal.

PC: Como você descobriu que a contabilidade gerencial era para você?

Gosto muito de ler e interpretar a legislação. A partir daí, percebi que tinha condições de me aprofundar cada vez mais na contabilidade, especificamente na área tributária.

PC: Você teve dificuldades de conseguir um primeiro emprego?

Comecei trabalhando muito cedo, aos 13 anos. Mas somente aos 19 tive contato com a contabilidade. É uma profissão com ótima empregabilidade, mas é preciso estar sempre preparado com grande conhecimento técnico, ter capacidade de se comunicar em inglês/espanhol, perfil multidisciplinar, tino comercial e empresarial e, além disso, gostar de tecnologia.

PC: O que você destacaria de mais interessante sobre sua trajetória profissional?

Em meados de 2012, passei por um momento crítico na minha vida pessoal mas, em vez de me dar por vencido, decidi usar a dificuldade como trampolim e motivação para voltar a estudar. Recomecei meus estudos em 2014 e, desde então, não parei mais. Me formei em Processos Gerenciais em 2016, em 2018 concluí meu MBA em Governança Tributária e, no mesmo ano, comecei minha segunda graduação, em Ciências Contábeis. Como resultado dos meus esforços, saí de uma empresa comercial para a indústria e hoje estou em uma multinacional em Campinas.

PC: Dê um exemplo de como seu trabalho impactou positivamente uma empresa na qual atuou.

Só tenho crescido profissionalmente e, quanto mais adquiro conhecimento, mais tenho vontade de aprender. Em meio a esse crescimento profissional, consegui destaque ajudando a empresa em que eu trabalhava em 2016 a ter mais lucratividade com seus produtos, mudando sua cultura na maneira de formar seu preço de venda, o que era feito de forma defasada por longos 45 anos. Dessa forma, após mudanças, começou-se a utilizar a margem de contribuição como indicador estratégico para a área comercial e compras, sendo esta uma abordagem mais atual e viável.

PC: O que você gosta mais na contabilidade?

O fato de ela oferecer ferramentas para antecipar a visão do futuro, dando condições de aplicar correções para que se minimizem os impactos sobre a vida e saúde das empresas e das pessoas.

PC: Qual é a importância de se manter atualizado nessa área?

A atualização é de extrema importância em qualquer área de conhecimento, ainda mais na contabilidade onde a legislação muda diariamente. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o Brasil edita cerca de 800 normas por dia, somando 5,4 milhões desde a Constituição de 1988. Mais da metade se referem a matérias tributárias, o que significa em torno de 1,88 normas tributárias por hora em um dia útil.

PC: O perfil desse profissional tem mudado ao longo dos últimos anos? O que se exige do contador atualmente?

Além disso, a atualização constante no mundo contábil e tributário e o conhecimento quanto ao avanço da tecnologia e inteligência artificial no mundo corporativo serão vitais para os próximos anos.

PC: O que é sucesso para você?

Sucesso é fazer o que você gosta, ter o retorno financeiro que te dê uma boa condição de vida sem exageros, e, além disso, poder ajudar (através do seu conhecimento) as pessoas em seu desenvolvimento, também auxiliando as empresas na tomada de decisões que impactem em melhor uso dos recursos disponíveis. Enfim, é de alguma forma, ser útil para a sociedade, em geral.

Como trabalhar com pessoas metódicas

Você começou um trabalho novo e ainda está se adaptando à cultura da empresa. Mas já percebeu que está cercado de pessoas metódicas. Como lidar? E mais. O que fazer quando você está cercado de pessoas que só pensam em processos e não estão abertos ao novo?

O PraCarreiras conversou com Luciano Salamacha, doutor em Administração, professor da FGV de São Paulo e coordenador de MBA de neurociências na ESIC Internacional. Nesse bate papo vamos entender como tornar o ambiente de trabalho mais harmônico. Mesmo quando a equipe está fechada em metodologias.

Pessoas metódicas no trabalho: como lidar?

“O perfil de uma pessoa metódica é justamente o de uma pessoa que para cada tarefa que realiza no seu dia a dia, necessita da existência de um método pré-definido”, explica o Luciano.

Ou seja, esse é o tipo de pessoa que se sente bem quando utiliza processos para executar o trabalho. Com protocolos e outras regras determinadas. Uma pessoa não metódica, ao contrário, se sente cerceada, sem liberdade, quando se vê numa mesma situação.

Todo trabalho possui funções que dependem de métodos. Mas é diferente usar esses processos como facilitadores do dia a dia. E basear a sua vida neles. Por isso, é importante saber, primeiro, qual profissional você é (metódico ou não metódico). E entender que você vai precisar se adaptar à algumas metodologias na nova empresa. Mas isso não significa se tornar escravo deles.

É importante entender o momento certo

Segundo o professor, o principal é entender a hora de inovar. Isto é, de deixar os processos de lado para investir em um novo formato, que mude a rotina da equipe. A diferença entre a inovação e a manutenção de um processo tem tudo a ver com a relação entre o esforço e o resultado que envolvem uma tarefa cotidiana.

“Quando uma empresa já dispõe de um método existente cujo esforço é compatível com o resultado a ser obtido, torna-se desnecessário iniciar um processo de inovação. Uma vez que, a cada movimento de inovação, tem-se um custo adicional e também uma curva de aprendizagem a ser respeitada”, diz ele.

Traduzindo. Se a empresa busca um resultado e os processos utilizados já atingiram esse resultado, sem esforço extra, então não tem porquê buscar mudança. Já que mudar implica em custos, tempo de aprendizagem e adaptação da equipe ao novo.

Luciano continua. “De outro lado, quando há um método cujo custo não é compatível com o benefício a ser atingido, ou quando esse método não auxilia atingir os resultados esperados, fica evidente a necessidade de implementar um processo de inovação”.

Como incentivar mudanças no ambiente de trabalho?

Vamos supor que você está cercado de pessoas muito metódicas e 100% dependentes dos processos da empresa. Como saber a hora de sugerir algo diferente?

De acordo com o professor, o primeiro passo é entender o tipo de inovação que a empresa precisa e se ela é realmente necessária.

Existem dois tipos de inovação:

  • Incremental: o conhecimento é aplicado para alcançar melhorias em produtos, serviços ou metodologias da própria empresa.
  • Radical: caracteriza uma ruptura entre o que é existente até o momento e o que pode ser feito a partir da inovação.

Entendido isso, vem o segundo passo. A sua sugestão de mudança tem uma justificativa baseada em melhorias de resultados, qualidade do trabalho ou valor de empresa? Caso sim, então a inovação pode ser uma sugestão válida para aquele momento da empresa.

Caso contrário, vale a pena rever se o seu perfil profissional não é o de uma pessoa não metódica que se sente limitada pelos processos. E, talvez, seja interessante procurar outra profissão que não seja tão focada em processos.

Aliás, sentir ansiedade ao sugerir e implementar mudanças é um sinal de um perfil não metódico. Isso porque a sua necessidade é de uma função mais flexível e menos engessada.

Mas como trabalhar com pessoas muito metódicas?

Pois bem, os primeiros passos nós já demos. Entender qual tipo de profissional você é e como você se sente diante dos métodos. Entenda: as pessoas não mudam a forma como trabalham só porque você quer. Ainda mais sem uma justificativa forte do porque isso deve acontecer.

Além disso, é preciso paciência. “Quando uma pessoa identifica que o melhor modus operandi para se obter uma determinada alteração de um processo ou produto requer um certo tempo para que apresente a melhor performance, qualquer tipo de ansiedade deve ser substituída por paciência, que costuma ser a grande irmã da sabedoria”, explica Luciano.

Além disso, também é importante dominar alguns pontos antes de sugerir mudanças. Mas que facilitam o dia a dia cercado de pessoas tão ligada aos processos:

  1. Comece pequeno: ao invés de sugerir grandes mudanças de cara, comece com coisas pequenas que promovam o bem-estar de todos. Mas que não mexam de forma tão efetiva com os pilares vigentes.
  2. Conquiste autoridade: quer sugerir inovações? Antes de mais nada, domine os processos que estão sendo utilizados agora. Seja um vencedor em cada um deles. Entenda bem como funcionam e de que forma podem ser melhorados.
  3. Compreenda a sua equipe: de novo, antes de impor mudanças, entenda a forma como as pessoas ao seu redor trabalham. De que forma os processos são importantes para elas, como funcionam e porque são tão adeptas dessas metodologias.
  4. Entenda que não é pessoal: mexer com bases sólidas e processos bem determinados pode deixar as pessoas desconfortáveis e colocá-las numa posição de ataque. Seja compreensivo, paciente e ouça.  

Ou seja, as soft skills são importantíssimas para você entender o ambiente em que está inserido. E saber de que forma pode ajudar a empresa e os seus colegas de trabalho atingirem resultados melhores, garantindo o sucesso de todos!

8 dicas de recrutadores para a entrevista de emprego

Você é do tipo que acredita que o principal é chegar para a entrevista e que isso, por si só, já garante a vaga para você? Nesse caso, é melhor pensar novamente. Acompanhe essas dicas de entrevista de emprego obtidas diretamente com uma headhunter.

O PraCarreiras conversou com a headhunter Patricia Zito, que trabalha, principalmente, com altos executivos, para saber o que os recrutadores buscam e ficam de olho na hora da seleção. Quer a vaga dos sonhos? Então, esse é o momento de ficar atento e ler com atenção cada um dos itens abaixo.

1.Invista em Soft Skills

Você já ouviu falar em soft skills? Nós já falamos sobre o tema por aqui, e, segundo Patricia, esse é o grande diferencial da nova era. As suas experiências profissionais e acadêmicas têm um peso importante na hora da contratação. Mas é preciso ir além e desenvolver a si mesmo como pessoa.

“Se o candidato não tiver resiliência, dinamismo, se não souber se comunicar bem, se não se adapta às mudanças… De nada adianta ter conhecimento técnico se não tiver competências comportamentais”, diz ela.

Caso você não esteja familiarizado com o termo, soft skill é uma expressão em inglês usada entre os profissionais de recursos humanos. São comportamentos que têm impacto positivo no ambiente de trabalho. Habilidades subjetivas, como a empatia ou comunicação, que não são aprendidas em cursos e que fazem a diferença no dia a dia.

2.Aprenda a descrever as suas experiências

Essa é uma das dicas de entrevista de emprego mais importante. A headhunter também aponta para outro detalhe importante: a descrição das suas experiências profissionais no currículo. Acredite, para ela, isso faz toda a diferença na hora de chamar um candidato para uma entrevista. Isso porque demonstra não só se ele se encaixa no perfil buscado, mas também o seu impacto nas empresas pelas quais passou.

Aqui, vale sempre a máxima: objetividade é tudo. Seja breve, porém certeiro na sua descrição. Conte o que você fez e quais as suas responsabilidades de uma maneira sucinta e clara.

Mais do que pensar no layout do CV, invista em um conteúdo de qualidade. Ou seja, no seu próprio histórico de forma que seja fácil entender o que você fez e quais resultados essas ações geraram.

3.Revise, revise, revise!

Erros de português no currículo são absolutamente inaceitáveis. Um erro de digitação ou outro é até compreensível. Porém erros gramaticais fazem com que o recrutador desista de chamar você para a entrevista de emprego.

O que fazer, então? Revise o seu CV mais de uma vez antes de enviá-lo e, na dúvida, peça ajuda! Mande o currículo para um amigo ou uma pessoa de confiança que possa fazer essa checagem para você. Vale até mesmo procurar um professor de português ou um mentor da sua área. Tenha em mente que o português correto é essencial.

4.Evite o auto-elogio na entrevista de emprego

Essa é, com certeza, uma das dicas de entrevista de emprego mais esquecidas pelos candidatos. Outro erro comum, segundo Patricia, é quando o candidato coloca no currículo informações que não são pertinentes. Podemos dar uns exemplos: “sou um ótimo pai de família” ou “sou extremamente competente”.  O que interessa são as suas experiências e conquistas profissionais. Por isso, deixe que elas contem para o recrutador sobre as suas capacidades.

E, tenha certeza, se você é alguém atento a desenvolver soft skills ou se acredita que essas capacidades foram desenvolvidas e fortalecidas naturalmente ao longo do tempo, elas ficarão visíveis na hora da entrevista – você não precisa elogiar a si mesmo para conseguir um trabalho.

recrutadores entrevista de emprego
Foto: Helloquence / Unsplash

5.Seja honesto na entrevista de emprego

Estudar o seu currículo é importante para responder com precisão as perguntas do recrutador na hora da entrevista. Mas isso não significa que você precisa chegar para o encontro com as respostas prontas e ensaiadas. Ouça, seja honesto e, principalmente, autêntico.

A dica aqui é ser você mesmo. Ter conhecimento sobre a sua própria trajetória é imprescindível em qualquer momento da vida. Mas, em entrevista de emprego, o que faz a diferença é o quanto você se sente confortável consigo mesmo.

6.Atenção ao dress code

Aqui, o contexto é muito importante. A headhunter explica que é essencial entender o dress code da empresa – se é um ambiente mais moderno e descolado ou formal e tradicional. Mas o principal é não forçar uma situação. O seu lifestyle tem um peso aqui. Por isso, procure por vagas que se encaixem no seu perfil até quando o assunto é vestimenta.

Se você não é do tipo terno e gravata, não vai se sentir confortável trabalhando em um ambiente que pede por esse look todos os dias. E o mesmo vale para quem é acostumado com um visual formal e começa a trabalhar em um escritório que vive de jeans e camiseta.

7.Entenda o que leva à uma contratação

Patricia atenta para o fato de que não é só um fator que determina a contratação de um profissional. É um conjunto de competências técnicas e comportamentais, adequação ao perfil da vaga, além da cultura da empresa.

Ou seja, só ter um currículo bom ou só ter soft sillks bem desenvolvidos não garantem a contratação. O principal é lembrar que o perfil que a empresa procura e o encaixe entre a cultura da empresa e o candidato também são muito decisivos.

8.Pare de acreditar em fórmulas mágicas para a entrevista de emprego

“Muitas vezes, uma pessoa desempregada e na busca pela recolocação se desespera e quer buscar uma maneira de ser encaixado na vaga. Mas, hoje em dia, precisamos pensar não só no ganha pão, mas que existem empresas que tem um perfil mais parecido com o dela e outras não”, diz Patricia.

Muitas vezes, você aceita uma vaga apenas pelo desespero de precisar trabalhar, mas, ao longo prazo, isso acaba não sendo bom tanto para você quanto para a empresa.

“Seja você mesmo, seja sincero, compartilhe o que você verdadeiramente acredita, as suas expectativas, porque se servir para aquela vaga, vai dar certo. E, se não servir, surgirão outras que serão mais adequadas”, explica.

Ter essa visão pode, sim, ser complicado na prática, mas é essencial buscar essa compreensão do todo – por mais que trabalhar e ter um salário todo mês seja de extrema importância, o principal é o seu bem-estar físico e emocional, e trabalhar em uma empresa que não se encaixa no seu perfil e vice-versa, com certeza, não colabora.

Com essas dicas de entrevista de emprego, certamente você vai conquistar sua vaga dos sonhos.

7 dicas para quem quer trabalhar no exterior

Muitas vezes o que você mais busca é uma oportunidade de trabalhar no exterior. Principalmente pela forma como esse tipo de experiência pode abrir a sua mente e alavancar a sua carreira. É claro que é possível ter uma experiência de trabalho fora do Brasil. Mas não pense que essas chances caem do céu. É preciso planejamento e dedicação.

Conversamos com Thiago Balieiro, head de RH do Student Travel Bureau, para saber exatamente o que é preciso considerar na hora de procurar emprego em outro país.

1.Descubra a sua motivação para trabalhar no exterior

A ideia de ter uma vivência fora do Brasil parece incrível. Mas ela varia muito de pessoa para pessoa. Por isso, é importante você saber, em primeiro lugar, qual a sua motivação para isso. É para conhecer outra cultura a fundo? Experimentar a vida em um país de primeiro mundo? É pela qualidade de vida? Independentemente do motivo, é uma experiência enriquecedora que colabora para você se tornar um profissional melhor.

“O jeito dos americanos lidarem com o seu trabalho é completamente diferente dos alemães, por exemplo”, explica Thiago. “Essa diferença de crenças e jeitos de se relacionar com pessoas e tarefas é enriquecedora de todos os pontos de vista. Sem falar, também, que o mundo está de fato sem fronteiras e as pessoas estão buscando experimentar novos formatos de viver, de aprender e também de trabalhar”.

2.Domine a língua e se jogue!

Segundo o head de RH, o primeiro passo – e mais importante – é você ter domínio da língua local. Se a sua ideia é trabalhar nos Estados Unidos ou Inglaterra, saber o inglês é essencial. Outro ponto importantíssimo é criar o seu perfil no LinkedIn em inglês. Dessa forma, você se apresenta para o mundo inteiro, já pensando em possibilidades além do Brasil.

Aliás, é aqui que o networking começa a se tornar de extrema importância. Comece a se conectar com pessoas da sua área de atuação, mas que não estejam em território nacional. Faça cursos e assista palestras, mesmo que online. E, se possível, participe de eventos ao vivo com personalidades estrangeiras (mesmo que aqui no Brasil mesmo).

“Os cursos presenciais merecem um parêntesis importante. É uma oportunidade de unir a viagem e tudo o que ela pode agregar para a gente, com o networking sendo feito pessoalmente. Isso além de buscar conhecimento em centros de referência, que é sempre incrível”, diz Thiago.

3.Considere as diferenças de trabalhar no exterior

Sim, trabalhar fora do país é uma experiência incrível. Mas não espere encontrar as mesmas condições que você está acostumado no Brasil.

As legislações são diferentes, o cálculo salarial é outro e até mesmo as relações de trabalho mudam de país para país. Ou seja, estude! Entenda como as coisas funcionam no país em que você quer trabalhar. Veja se essa é mesmo uma mudança vantajosa para você. O sistema de férias e 13º salário, por exemplo, não é comum em todos os países do mundo.

4.Faça testes sem sair do país

Você já ouviu falar em freelancer? Pois é, a ideia de trabalhar para diferentes clientes, no sistema homeoffice, e sem um contrato fixo tem se tornado cada vez mais comum. E pode ser a oportunidade perfeita para você começa a abrir a mente – e a profissão – antes de fazer uma mudança definitiva.

Segundo Thiago, nos Estados Unidos e na Europa essa é uma prática bem comum hoje em dia. Você pode criar uma rede de contatos começando com trabalhos freelancer. “Encontrar uma possibilidade freelancer pode ser um bom jeito de começar ou pode ser definitiva. Assim você gera uma rede global de trabalho e pode trabalhar de onde quiser”, diz ele.

5.Planeje um investimento para trabalhar no exterior

Já falamos por aqui sobre a importância de ter e manter um bom networking, e isso também é válido se você busca trabalhar no exterior. A diferença é que encontrar com essas pessoas pode ser um pouco mais complicado. E exige certo investimento.

Como comentamos nos parágrafos acima, participar de palestras e cursos, presenciais e online, são a melhor forma de você começar a conhecer pessoas da sua área e montar a sua rede de contatos internacional. Aliás, procurar investir em cursos de capacitação fora do Brasil é uma das formas mais efetivas de fazer esse networking cara a cara, reforçando laços e entendendo melhor as necessidades do mercado local.

Para isso, claro, você precisa de um planejamento financeiro. Escolha um curso que caiba no seu orçamento e aproveite ao máximo a experiência para conhecer a fundo professores e palestrantes.

6.Não se prenda a sua idade

Parece que mudar de país, encontrar um trabalho fora do Brasil, só funciona quando você começa cedo, certo? Errado! “Tudo é uma questão de se planejar – cada momento de carreira tem características específicas como salário, disponibilidade de posições, etc. Mas eu considero possível em qualquer idade, qualquer momento de carreira e em qualquer circunstância”, explica Thiago.

7.Entenda suas dificuldades

Thiago atenta para uma questão importante: é muito comum você acreditar que o seu domínio da língua é o suficiente para uma situação de trabalho rotineira, quando ainda não é.

É diferente usar o inglês, por exemplo, para passar as férias nos Estados Unidos ou se comunicar com vendedores ou outras pessoas em situações mais informais. Outra completamente diferente é você conversar com executivos em uma reunião de trabalho.

Por isso, estude! Tanto para entender em que ponto está o seu domínio da língua, quanto para facilitar o seu lide diário com as burocracias necessárias para essa mudança.

Aliás, esse é outro ponto: pesquise e entenda são as documentações necessárias para essa mudança, o que você precisa para trabalhar em outro país, se é preciso um de visto de trabalho (e como tirá-lo) e outras burocracias. Isso é essencial para que essa transição seja feita sem problemas e, na dúvida, você pode buscar outras pessoas que já passaram por isso para compreender melhor o passo a passo.

Você já pensou em trabalhar no exterior? Que tal compartilhar a sua experiência no nosso grupo no LinkedIn ou nos comentários abaixo?

Como escolher sua profissão: 5 Dicas Infalíveis

Está na hora de pensar sobre qual profissão é melhor para você, não concorda?

É pensando nisso, que este artigo foi desenvolvido. Nele, você encontrará a dicas de como escolher sua profissão certa.

Por isso, vamos direto ao que interessa, e entender um pouco mais a respeito deste assunto.

Dica 1: uma profissão com grande demanda

Sabemos que no Brasil, a taxa de desemprego tem crescido muito, e dessa forma fica difícil encontrar um emprego em determinadas profissões. Então, o que fazer neste caso?

Você está começando agora? Se sim, pode ser que esteja interessado em um curso, e algumas áreas jamais deixam a desejar.

Por exemplo, as áreas da saúde e da educação está sempre disponível em grandes e pequenos concursos públicos. Dessa forma, você poderia escolher uma dessas áreas e estudar par os próximos concursos que vierem a surgir.

Observação: A área da saúde e da educação foram citadas apenas como exemplos. Existem outras áreas em que a demanda de empregos é grande também, como na área da construção civil, por exemplo.

Dica 2: Pergunte aos seus colegas e amigos antes de escolher sua profissão

Uma das coisas que você pode fazer, é perguntar a amigos e familiares sobre suas profissões, se eles gostam do que fazem, e caso a resposta seja sim, pergunte o que faz eles gostarem.

Algumas pessoas diferem de outras em questão de gostos, e acredite, algumas gostam muito de trabalhar. Então, o que isso quer dizer? Que talvez o que faz uma pessoa gostar de uma profissão, não irá funcionar com você.

Assim, é preciso que você analise bem se realmente gostaria do que seus amigos estão falando.

Por exemplo, algumas pessoas escolhem a profissão de secretária porque trabalha sentada, enquanto outras preferem não ter essa profissão pelo menos motivo, pois gostam de andar e “se exercitar”.

Milhões de motivos podem existir para quem gosta de um determinado emprego, mas será que esses motivos também se aplicarão a você? Portanto, pense bem.

Dica 3: Faça uma rápida pesquisa sobre as profissões existentes

Existem muitas profissões, mas essas são divididas por áreas do conhecimento (humanas, exatas, biológicas). Em qual dessas áreas você se saia melhor na escola? Tinha grande facilidade em uma delas?

Caso você perceba que precisa pensar um pouco mais, use seu tempo para pesquisar um pouco sobre cada uma, e encontrar aquilo que mais se parece com você.

Algumas dessas áreas realmente precisam de grandes profissionais. Por isso, você deve realmente qual delas é melhor para você, e por quê.

Assim, você realmente pode se beneficiar de conhecer um pouco sobre cada uma.

Dica 4: Pesquise outros pontos importantes antes de escolher sua profissão

Qual seu plano para o futuro? Trabalhar naquilo que gosta ou ganhar muito dinheiro? Se você tem uma paixão, pode pensar em um curso para se especializar nela, ou até mesmo abrir seu próprio negócio.

Assim, pouco dinheiro se torna muito num negócio próprio.

Por outro lado, se você quer receber muito dinheiro, deve pesquisar sobre as profissões com salários aproximados aos que você gostaria de receber.

Mas tem um detalhe que não podemos esquecer para quem quer escolher qual profissão seguir. Boa parte das profissões que pagam bem, necessitam de muito estudo, e de uma grande demanda de trabalho (muitas vezes cansativo).

Escolha com cuidado para não se arrepender.

Dica 5: faça um Quiz online para escolher sua profissão

Um bom Quiz pode lhe ajudar a se encontrar. Ela fará perguntas, com pelo menos 4 ou 5 alternativas para que você possa responder com aquilo que mais se aproxima da sua reposta.

No final, ele dará uma profissão com base nas suas respostas a cada pergunta feita. Então, que tal fazer um agora mesmo?

Recomendamos a você o Quiz Pop, um dos melhores na categoria.

Depois analisar as 5 dicas, será bem mais fácil identificar qual profissão combina mais com você. Portanto, tente analisar cada uma com calma. Assim, você vai se encontrar no mercado de trabalho de uma forma realmente rápida.

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