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5 dicas para trabalhar em casa

Lembra que comentamos por aqui sobre o que é home office e como essa prática funciona? Pois bem, hoje vamos conversar um pouco mais sobre o assunto com dicas para trabalhar em casa sem preocupação. 

Da última vez, demos ideias de como essa dinâmica funciona – e até explicamos que trabalhar remotamente não é para todos. Isso exige dedicação e disciplina.

Porém, é importante trazer novas informações para tornar a transição prazerosa. Sair de um trabalho tradicional para uma carreira autônoma pode, sim, sem difícil se você não tiver um direcionamento.

Conversamos com Bruna Miranda, criadora e estrategista de conteúdo, para entender a organização de um profissional autônomo. Ela, que há anos trabalha no formato, falou sobre o dia a dia e a importância das pausas. Veja só:

1. Dicas para trabalhar em casa: tenha limites

Bruna explica que a maior dificuldade sempre foi estabelecer limites. Ser produtivo ao morar com outras pessoas pode ser confuso, já que os lugares de descanso e trabalho, agora, são os mesmos.

“Quando você mora só fica mais fácil ter controle desse ambiente, mas quando tem outras pessoas é preciso um respeito mútuo entre o seu ambiente de trabalho e o de lazer e descanso de outros”, explica.

Também não vale o contrário: usar as tarefas de casa como distração, em um processo de “procrastinação produtiva”. Respeitar o próprio horário de trabalho, nessa nova dinâmica, é essencial, e você não quer esse hábito na sua rotina. “Conseguir se livrar disso é um processo bem longo”, continua.

2. Dicas para trabalhar em casa: organize-se com base nas suas necessidades

Outro ponto importante: antes de começar a se organizar, saiba quais as suas necessidades e dificuldades. Identifique se você tem questões com horários, tende a esquecer projetos e prazos ou se sente sobrecarregado com facilidade.

“Um método de organização precisa resolver problemas acima de tudo. Depois disso, é pesquisar alguns métodos e processos, escolher um e só começar a testar”, explica Bruna. 

Como ela diz, o mais difícil é dar o primeiro passo, já que, partindo do zero, qualquer ferramenta é válida. Mas é o momento de testar e entender o que funciona, o que não funciona, o que pode ser descartado e ou mantido.

3. Dicas para trabalhar em casa: desenvolva disciplina e seja honesto consigo mesmo

Muitas vezes, a maior dificuldade do home office é manter a organização em dia. Mas, como diz a criadora de conteúdo, o principal é desenvolver disciplina e deixar as ferramentas terem efeito no seu dia. Isso significa permitir que elas sejam facilitadores e não mais uma barreira.

Outro ponto é saber a hora de deixar para trás um método que não satisfaz ou já não funciona mais. “Eu vejo muitas pessoas que se agarram em ferramentas ou processos que nem sempre são os melhores para elas, mas que veem outras pessoas usando ou ‘sempre usaram, então tá bom'”, diz.

4. Dica valiosa: faça pausas

É fato que o nosso cérebro precisa de momentos de descanso para continuar com o trabalho. Estudos dizem que fazer pausas de até 15 minutos por hora trabalhada aumenta a produtividade.

Ou seja, descansar durante a jornada é importantíssimo qualquer que seja a sua profissão ou local de trabalho. Essa, aliás, é uma das melhores dicas para trabalhar em casa, já que é comum autônomos exagerarem na carga horária ou se distraírem mais facilmente por estarem sempre em casa.

“Ficar na mesma tarefa por um longo período de tempo ou extrapolar nas horas trabalhadas te prejudicam no próprio trabalho. Você fica desatento, mais suscetível a erros e produz menos – e na sua saúde física e mental”, explica Bruna.

Existem muitas formas de colocar essas pausas no seu dia. Uma ideia é o método Pomodoro, em que as tarefas são divididas em blocos de 25 minutos, com intervalos intercalados de 5 minutos.

Mas é essencial ser rigoroso também com esses descansos. “Sigo esses momentos de pausa com a mesma rigorosidade e disciplina de uma tarefa urgente e importante – sem interrupções e não pode ser adiada”, diz a conteudista.

5. Por fim: conheça a si mesmo

Mas, acima de tudo, ser organizado pode não ser o suficiente. É preciso saber a hora de parar e estabelecer limites entre o que é a vida profissional e a vida pessoal. 

“Em algumas situações o seu corpo e cérebro vão dar sinais que você precisa parar, mas em outras eu acho que ter uma rotina estabelecida vai ajudar muito, porque dá limites que você mesma criou porque se conhece”, diz ela.

Aliás, essas dicas só funcionam de verdade se você estabelecer uma rotina para si mesmo. Ela é essencial para quem trabalha como autônomo ou freelancer.

Sem a rotina, as chances de você nunca desligar do trabalho e ficar sobrecarregado são grandes. E isso não traz nenhum benefício profissional ou para a sua saúde mental.

“A rotina me ajudou muito a encontrar esse equilíbrio e manter uma vida profissional saudável comigo mesma e com meus clientes”, finaliza Bruna.

E aí, o que achou das dicas para trabalhar em casa? Comente ou nos mande uma mensagem.

Networking profissional: como fazer no LinkedIn

Nós já comentamos a importância do networking profissional. E se você ainda não começou a sua rede de contatos, é melhor fazer isso agora! Mas, hoje vamos dar uma dica: como usar o LinkedIn com esse propósito.

A boa notícia é que o site, além de ser uma ótima forma de divulgar o currículo e conquistar a atenção dos recrutadores, é uma ferramenta incrível para construir uma rede de contatos.

“O LinkedIn é, sem dúvida, a melhor das redes sociais para se estabelecer conexões profissionais. Isso porque os participantes têm noção que qualquer relação com atividades não profissionais não é sequer bem-vinda”, diz o consultor Luciano Salamacha.

Aliás, Luciano diz que o diferencial do LinkedIn é a periodicidade e a qualidade das publicações. Elas são menos frequentes e mais concentradas em realizações e insights do mercado de trabalho.

Mas, com isso em mente, como fazer networking profissional pelo LinkedIn? Fique de olho às dicas abaixo.

1.Invista no seu perfil

Esse é o ponto mais importante quando se fala em networking no LinkedIn. Isso porque, o primeiro passo para construir uma boa rede de contatos é investindo no seu próprio perfil, tornando-o adequado e atrativo.

Nós já demos dicas de como criar um bom perfil na rede, e vale a pena colocar as sugestões na prática para conseguir resultados. Mas a ideia central é rechear a página com as suas principais realizações, despertando o interesse dos outros.

Isso significa que o foco é construir o seu perfil de forma que diferentes profissionais se interessem por trocar informações com você.

2.Faça convites personalizados

Se você encontrou um contato que gostaria de adicionar, lembre-se de fazer um convite personalizado. “Construa uma mensagem que se distancia das frases padrão, evitando a interpretação de que se trata de um convite massificado”, explica Luciano.

Mônica Ramos, consultora em gestão de pessoas e coach da MRPeople, diz também que essa mensagem pode dizer porque você quer contato – como pedir uma dica de atuação na área, ou explicar que você é um admirador do trabalho daquela pessoa.

“As pessoas não devem se intimidar em se conectar, pois a rede foi idealizada e existe para isso: potencializar contatos que irão gerar negócios, resultados, empregos, inovações, etc.”, diz ela. 

3.Interaja com a sua rede de contatos

Mais do que só adicionar pessoas, um bom networking profissional é constantemente ativo. Não adianta fazer conexões se você só interage quando precisa de um favor ou de um novo trabalho.

No entanto, se você não tem ideia de como interagir de forma construtiva na rede, Mônica dá algumas ideias:

  • curtir e comentar sobre postagens de pessoas e empresas;
  • seguir pessoas e empresas (o que ajuda muito caso você esteja buscando recolocação profissional);
  • publicar textos, artigos, conteúdos e enviar para pessoas do seu network;
  • conversar via caixa de mensagens (tendo um assunto relevante para comentar, discutir, compartilhar);
  • cumprimentar (em datas de aniversário, mudança de emprego, função, tempo na empresa);
  • participar de grupos da rede.

Ou seja, oportunidades de se fazer ver e ser visto não faltam por lá. Faça bom uso da ferramenta e comece o espalhar o seu nome e currículo de forma natural, para crescer a sua rede de contatos dia após dia.

4.Torne o networking profissional offline

Outro ponto interessante: lembre-se de, vez ou outra, levar os contatos para fora da internet. Uma interação cara a cara fortalece essa ligação, mas, segundo Luciano, é preciso cuidado na hora de fazer esses convites. 

“Um dos fatores mais relevantes é respeitar a progressão no contato, o que significa realizar um conjunto de interações dentro do ambiente da própria rede, evitando a insistência de transformar esse relacionamento em ambiente físico antes que a outra parte se sinta confortável para isso”, diz ele.

5.Tenha um objetivo claro 

Outro ponto importante, de acordo com Mônica, é saber porquê você quer crescer um network profissional. Você busca conhecer pessoas de áreas diferentes ou se fortalecer no próprio mercado?

“Ache na rede através da busca de pessoas pelos cargos, empresas e envie convites de conexão para aquelas que de alguma forma fazem sentido para o seu propósito”, explique.

Além disso, checar as conexões de pessoas que você já acompanha, e seguir outras que sejam relevantes para quem você já adicionou pode ser outra maneira de aumentar a rede.

A interação por lá automaticamente também vai ajudar com isso, atraindo pessoas que estejam alinhadas com o que você tem oferecido e buscado dentro da rede.

O principal é ter bom senso. Deixe as mensagens de “bom dia”, críticas e reclamações de fora. O LinkedIn é um espaço profissional, uma vitrine da sua carreira, e deve ser cultivado com atenção.

Portanto, use a página para aumentar a sua influência e número de contatos na sua área de atuação, interaja e fique esperto! É um exercício de observação e compartilhamento.

Como ser escritor?

“Escrever é uma profissão como qualquer outra. […] Tudo parte de você dar valor ao que faz. É possível ser bem-sucedido em qualquer área a partir deste princípio”, é o que diz Eldes Saullo, idealizador da Casa do Escritor, uma consultoria que ajuda escritores a publicarem suas obras de forma independente. Autor de 21 livros, ele garante que é possível ser um autor de sucesso sem se submeter às grandes editoras, mas afirma também que um dos maiores erros é acreditar que se sabe tudo e deixar de aprender. “’Por isso, estou sempre buscando novos conhecimentos sobre técnicas para escrever melhor, sobre como lançar melhor um livro, de vender mais, de alcançar mais leitores”. Mas, afinal, como ser um escritor?

O hábito leva à perfeição

Nesta entrevista super direta, Eldes compartilha sua experiência no mercado editorial e dá dicas preciosíssimas para quem quer ser um escritor. “As pessoas idealizam o ato de escrever. Ficam esperando a melhor época, o melhor lugar […] Mas ou você se senta pelo menos 15 minutos por dia para escrever ou não vai rolar”, resume ele.

Quanto ganha um escritor? O salário médio desse profissional é de R$ 3.564 por mês (Fonte: LoveMondays)

PC: Como você se tornou escritor? Pode me contar um pouco sobre a sua trajetória profissional até a criação da Casa do Escritor?

Todo mundo nasce escritor. Muitos não entram em contato com esse dom, mas se fizerem um esforço, pode ter certeza de que vão encontrar essa habilidade dentro de si. Costumo dizer que quem sabe falar, sabe escrever. No meu caso, escrevo desde criança. Gostava de escrever histórias em quadrinhos e peças de teatro para a escola. Mas abandonei o hábito para seguir a manada da vida e fui estudar publicidade e propaganda. Trabalhei em grandes agências, como a saudosa DPZ, e depois abri minha própria agência.

Em 2012, li uma frase do Mark Twain, que dizia que “os dois dias mais importantes da sua vida são o dia em que você nasce e o dia em que descobre o porquê”, e comecei a me fazer esta pergunta. Enfim, descobri que meu propósito era incentivar e motivar as pessoas a levarem suas histórias e experiências para o mundo. E depois de publicar alguns livros e dar cursos na área de escrita criativa, analítica e marketing literário – eu tinha lido muito e estudado sobre isso praticamente a vida inteira – fundei a Casa do Escritor.

PC: Escrever é quanto de inspiração e quanto de transpiração? Para quem tem a palavra escrita como profissão, é possível contar sempre com os lampejos criativos ou com a intuição?

Escrever é sentar-se na cadeira e soltar a mente, o coração e os dedos. E isso é um hábito. As pessoas idealizam o ato de escrever. Ficam esperando a melhor época, o melhor lugar, o melhor momento. Não funciona assim. Ou você se senta pelo menos 15 minutos por dia para escrever ou não vai rolar. Se não desenvolver o hábito da escrita, fica muito mais difícil. E como dizia Picasso, “se a inspiração vai me encontrar ou não, não importa, o importante é que ela me encontre trabalhando”. Para incentivar isto, acabei publicando “O Hábito da Escrita em 21 Dias”, meu livro que mais vende, e recentemente lancei o “365 Coisas Para Escrever Sobre”, para ajudar a inspirar as pessoas.

PC: A carreira de escritor é meio marginalizada no Brasil ou essa é uma visão superficial desse mercado? Há espaço no mercado para ser bem-sucedido como escritor?

Certamente uma visão superficial. Escrever é uma profissão como qualquer outra. Um médico, um engenheiro, um advogado, por exemplo, montam consultórios ou escritórios e partem atrás de clientes e pacientes. O escritor precisa fazer a mesma coisa. Não basta ficar só escrevendo, tem que partir atrás de leitores. Toda arte é um pouco marginalizada. Se a pessoa diz que quer ser escritor, músico, pintor ou seguir qualquer outro caminho artístico, recebe um monte de narizes torcidos. Tudo parte de você se dar valor e dar valor ao que faz. Você pode ser bem-sucedido em qualquer área se partir deste princípio.

PC: Dá para sobreviver escrevendo livros? Ou alimentar um blog é uma alternativa mais rentável?

Muita gente acha que vai publicar o primeiro livro, ganhar o Jabuti e estourar no ranking do New York Times logo no primeiro livro. Pode acontecer sim, mas isso é como ganhar na loteria. O segredo está em escrever muitos livros. Uma andorinha não faz verão e não existe escritor de um livro só, assim como não existe engenheiro de uma obra só. O sucesso da noite para o dia é árduo e pode levar anos. O caminho passa por não ser imediatista nem desistir se as coisas não acontecerem no tempo que você espera. Ser autor é um trabalho de construção de marca e de relacionamentos.

PC: Existe um caminho mais certeiro para quem quer ganhar dinheiro escrevendo? Por onde é mais seguro começar?

Escreva com amor ao seu leitor, transforme a vida dele, seja através de uma história, de um romance, de uma aventura, seja através do compartilhamento da sua experiência, assim como em um livro de negócios ou de autoajuda, da sua biografia. Por onde é mais seguro começar? Por hoje.

O escritor Eldes Saullo olha para longe. Ao fundo se vê um prédio refletido em uma janela

“O primeiro segredo para criar um best-seller é escrever um livro transformador”

PC: É muito difícil entrar no mercado editorial? Você enfrentou muitos desafios para lançar seus primeiros livros?

Hoje é muito mais fácil. Você mesmo pode se publicar e se promover. Não precisa se submeter às editoras. Eu nunca precisei de uma. Comecei como autor independente e é assim que vou seguir. Enfrentei e enfrento muitos desafios, mas procuro agir com eficácia e não com ansiedade. Creio que o maior desafio de qualquer profissão é você achar que já sabe tudo e ficar parado. Por isso, estou sempre buscando novos conhecimentos sobre técnicas para escrever melhor, sobre como lançar melhor um livro, de vender mais, de alcançar mais leitores. E descobri que a melhor forma de aprender é ensinar.

Por isso, compartilho esse conhecimento com outros autores através de meus livros, cursos online e da Casa do Escritor, que não é uma editora, mas sim uma consultoria e prestadora de serviços para autores que desejam a independência. Ela nasceu por consequência da procura de outros autores de poupar tempo, esforço e dinheiro nos desafios da publicação. Nos últimos três anos, eu ajudei 47 autores a passarem por este processo com mais suavidade.

PC: Você já tem mais de dez livros escritos e atualmente é um dos autores mais vendidos da Amazon Brasil. A que você atribui esse sucesso em um país que não tem o hábito de leitura?

São 21 livros já. E o 22º está a caminho, o primeiro Romance. Como disse anteriormente, é um trabalho de construção de marca e relacionamentos. É o que tenho feito desde que publiquei meu primeiro livro. Busco formas de fazer com que mais leitores me conheçam e de aprimorar a relação com cada um deles. Felizmente, as ferramentas digitais ajudam muito nisso.

PC: Em um de seus livros, você promete contar os segredos dos best-sellers. Pode compartilhar alguns dos segredos para ter um livro entre os mais vendidos?

O primeiro deles é escrever um livro transformador. Se o leitor fecha seu livro e não sente uma grande mudança em sua vida ou não passa a enxergar algo de maneira diferente, ou seja, se a consciência dele não se expande com a leitura, nenhum esforço de marketing vai transformá-lo em um best-seller. Escreva um bom livro, capriche na capa, porque um livro com uma capa amadora é um tiro no pé, capriche na produção, tenha uma estratégia de lançamento consistente e execute-a. O autor independente tende a se restringir ao seu círculo de parentes e amigos para vender seus livros, mas isto é um grande erro. Você precisa ir além.

PC: O que é sucesso para você? Considera-se bem-sucedido?

A definição de sucesso varia de pessoa para pessoa. Para muitos é ter o carro do ano, uma mansão. Para outros é poder andar descalço na praia ou no parque em uma segunda-feira à tarde. Sucesso, para mim, é não usar relógio e ter liberdade geográfica e de escolhas. Faço meu horário, posso trabalhar de qualquer lugar do mundo e escolher com quem quero trabalhar.

Contabilidade Gerencial: atualização constante

Embora nem sempre estejamos atentos, a contabilidade gerencial está presente em muitas situações do nosso dia a dia. É uma das ciências mais antigas da História, afinal, nasceu junto com a necessidade de contar e registrar posses. A sociedade evoluiu e, assim, essa necessidade se desenvolveu, dando origem a uma das profissões que mais cresce no mundo. Mas, afinal, o que faz um contador na atualidade? Em resumo, ele controla e registra as informações financeiras de uma pessoa ou empresa, dando base para decisões conscientes e estratégicas sobre os recursos disponíveis.

Entretanto, mesmo que o mercado da contabilidade seja promissor, é preciso atualizar-se constantemente. Com o intuito de compreender os desafios e oportunidades da área, conversamos com o supervisor contábil e fiscal Vanisson Faria. De acordo com ele, para ter sucesso na carreira é fundamental estar atento às mudanças na legislação. “Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o Brasil edita cerca de 800 normas por dia, somando 5,4 milhões desde a Constituição de 1988. Mais da metade se refere a matérias tributárias, o que significa em torno de 1,88 normas tributárias por hora em um dia útil”, explica. Conheça mais sobre a carreira em contabilidade e a trajetória de Vanisson a seguir.

Quanto ganha um contador? Um profissional sênior recebe em torno de R$ 7.453 (Fonte: LoveMondays).

PC: Como você definiria a contabilidade gerencial para uma pessoa completamente leiga?

Contabilidade é a ferramenta essencial para compreendermos as variações relacionadas aos nossos bens e direitos, obrigações e recursos. Ela auxilia tanto uma empresa quanto a qualquer cidadão, no estudo, na interpretação, no registro e controle de seu patrimônio, dando suporte para a melhor tomada de decisão acerca da saúde financeira.

PC: Como é, então, o dia a dia de um profissional da contabilidade?

É um dia cheio de desafios. Realizamos análises, registros contábeis, sempre de olho nos prazos do corporativo e dos órgãos governamentais.

PC: Em que áreas esse profissional pode atuar?

O profissional de contabilidade gerencial pode atuar como contador, que é o responsável por realizar os registros contábeis de empresas, pela prestação de assessoria contábil, declaração dos diversos tributos e planejamento tributário da empresa. Poderá também atuar como analista financeiro. Em perícia contábil na avaliação e diagnóstico das causas de desvios, ou má utilização dos recursos. Como consultor contábil, orientando empresas em relação à forma de gerenciar seus recursos financeiros e tomada de decisão. Como auditor, na avaliação minuciosa da aplicação de recursos financeiros. Além disso, ainda pode atuar com auditoria ambiental, contabilidade ecológica, como investigador de fraudes contábeis, entre outras.

PC: Quais são os principais desafios de atuar nesse mercado?

É o de se manter atualizado e especializado quanto às constantes mudanças na legislação. Além disso, acompanhar a evolução da tecnologia e sua influência direta nas empresas, na contabilidade e no uso da tecnologia da informação.

PC: Como foi a sua escolha pela profissão?

Por meio de um gestor, fui transferido de departamento e, assim, tive oportunidade de começar a trabalhar na área fiscal.

PC: Como você descobriu que a contabilidade gerencial era para você?

Gosto muito de ler e interpretar a legislação. A partir daí, percebi que tinha condições de me aprofundar cada vez mais na contabilidade, especificamente na área tributária.

PC: Você teve dificuldades de conseguir um primeiro emprego?

Comecei trabalhando muito cedo, aos 13 anos. Mas somente aos 19 tive contato com a contabilidade. É uma profissão com ótima empregabilidade, mas é preciso estar sempre preparado com grande conhecimento técnico, ter capacidade de se comunicar em inglês/espanhol, perfil multidisciplinar, tino comercial e empresarial e, além disso, gostar de tecnologia.

PC: O que você destacaria de mais interessante sobre sua trajetória profissional?

Em meados de 2012, passei por um momento crítico na minha vida pessoal mas, em vez de me dar por vencido, decidi usar a dificuldade como trampolim e motivação para voltar a estudar. Recomecei meus estudos em 2014 e, desde então, não parei mais. Me formei em Processos Gerenciais em 2016, em 2018 concluí meu MBA em Governança Tributária e, no mesmo ano, comecei minha segunda graduação, em Ciências Contábeis. Como resultado dos meus esforços, saí de uma empresa comercial para a indústria e hoje estou em uma multinacional em Campinas.

PC: Dê um exemplo de como seu trabalho impactou positivamente uma empresa na qual atuou.

Só tenho crescido profissionalmente e, quanto mais adquiro conhecimento, mais tenho vontade de aprender. Em meio a esse crescimento profissional, consegui destaque ajudando a empresa em que eu trabalhava em 2016 a ter mais lucratividade com seus produtos, mudando sua cultura na maneira de formar seu preço de venda, o que era feito de forma defasada por longos 45 anos. Dessa forma, após mudanças, começou-se a utilizar a margem de contribuição como indicador estratégico para a área comercial e compras, sendo esta uma abordagem mais atual e viável.

PC: O que você gosta mais na contabilidade?

O fato de ela oferecer ferramentas para antecipar a visão do futuro, dando condições de aplicar correções para que se minimizem os impactos sobre a vida e saúde das empresas e das pessoas.

PC: Qual é a importância de se manter atualizado nessa área?

A atualização é de extrema importância em qualquer área de conhecimento, ainda mais na contabilidade onde a legislação muda diariamente. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o Brasil edita cerca de 800 normas por dia, somando 5,4 milhões desde a Constituição de 1988. Mais da metade se referem a matérias tributárias, o que significa em torno de 1,88 normas tributárias por hora em um dia útil.

PC: O perfil desse profissional tem mudado ao longo dos últimos anos? O que se exige do contador atualmente?

Além disso, a atualização constante no mundo contábil e tributário e o conhecimento quanto ao avanço da tecnologia e inteligência artificial no mundo corporativo serão vitais para os próximos anos.

PC: O que é sucesso para você?

Sucesso é fazer o que você gosta, ter o retorno financeiro que te dê uma boa condição de vida sem exageros, e, além disso, poder ajudar (através do seu conhecimento) as pessoas em seu desenvolvimento, também auxiliando as empresas na tomada de decisões que impactem em melhor uso dos recursos disponíveis. Enfim, é de alguma forma, ser útil para a sociedade, em geral.

Como trabalhar com pessoas metódicas

Você começou um trabalho novo e ainda está se adaptando à cultura da empresa. Mas já percebeu que está cercado de pessoas metódicas. Como lidar? E mais. O que fazer quando você está cercado de pessoas que só pensam em processos e não estão abertos ao novo?

O PraCarreiras conversou com Luciano Salamacha, doutor em Administração, professor da FGV de São Paulo e coordenador de MBA de neurociências na ESIC Internacional. Nesse bate papo vamos entender como tornar o ambiente de trabalho mais harmônico. Mesmo quando a equipe está fechada em metodologias.

Pessoas metódicas no trabalho: como lidar?

“O perfil de uma pessoa metódica é justamente o de uma pessoa que para cada tarefa que realiza no seu dia a dia, necessita da existência de um método pré-definido”, explica o Luciano.

Ou seja, esse é o tipo de pessoa que se sente bem quando utiliza processos para executar o trabalho. Com protocolos e outras regras determinadas. Uma pessoa não metódica, ao contrário, se sente cerceada, sem liberdade, quando se vê numa mesma situação.

Todo trabalho possui funções que dependem de métodos. Mas é diferente usar esses processos como facilitadores do dia a dia. E basear a sua vida neles. Por isso, é importante saber, primeiro, qual profissional você é (metódico ou não metódico). E entender que você vai precisar se adaptar à algumas metodologias na nova empresa. Mas isso não significa se tornar escravo deles.

É importante entender o momento certo

Segundo o professor, o principal é entender a hora de inovar. Isto é, de deixar os processos de lado para investir em um novo formato, que mude a rotina da equipe. A diferença entre a inovação e a manutenção de um processo tem tudo a ver com a relação entre o esforço e o resultado que envolvem uma tarefa cotidiana.

“Quando uma empresa já dispõe de um método existente cujo esforço é compatível com o resultado a ser obtido, torna-se desnecessário iniciar um processo de inovação. Uma vez que, a cada movimento de inovação, tem-se um custo adicional e também uma curva de aprendizagem a ser respeitada”, diz ele.

Traduzindo. Se a empresa busca um resultado e os processos utilizados já atingiram esse resultado, sem esforço extra, então não tem porquê buscar mudança. Já que mudar implica em custos, tempo de aprendizagem e adaptação da equipe ao novo.

Luciano continua. “De outro lado, quando há um método cujo custo não é compatível com o benefício a ser atingido, ou quando esse método não auxilia atingir os resultados esperados, fica evidente a necessidade de implementar um processo de inovação”.

Como incentivar mudanças no ambiente de trabalho?

Vamos supor que você está cercado de pessoas muito metódicas e 100% dependentes dos processos da empresa. Como saber a hora de sugerir algo diferente?

De acordo com o professor, o primeiro passo é entender o tipo de inovação que a empresa precisa e se ela é realmente necessária.

Existem dois tipos de inovação:

  • Incremental: o conhecimento é aplicado para alcançar melhorias em produtos, serviços ou metodologias da própria empresa.
  • Radical: caracteriza uma ruptura entre o que é existente até o momento e o que pode ser feito a partir da inovação.

Entendido isso, vem o segundo passo. A sua sugestão de mudança tem uma justificativa baseada em melhorias de resultados, qualidade do trabalho ou valor de empresa? Caso sim, então a inovação pode ser uma sugestão válida para aquele momento da empresa.

Caso contrário, vale a pena rever se o seu perfil profissional não é o de uma pessoa não metódica que se sente limitada pelos processos. E, talvez, seja interessante procurar outra profissão que não seja tão focada em processos.

Aliás, sentir ansiedade ao sugerir e implementar mudanças é um sinal de um perfil não metódico. Isso porque a sua necessidade é de uma função mais flexível e menos engessada.

Mas como trabalhar com pessoas muito metódicas?

Pois bem, os primeiros passos nós já demos. Entender qual tipo de profissional você é e como você se sente diante dos métodos. Entenda: as pessoas não mudam a forma como trabalham só porque você quer. Ainda mais sem uma justificativa forte do porque isso deve acontecer.

Além disso, é preciso paciência. “Quando uma pessoa identifica que o melhor modus operandi para se obter uma determinada alteração de um processo ou produto requer um certo tempo para que apresente a melhor performance, qualquer tipo de ansiedade deve ser substituída por paciência, que costuma ser a grande irmã da sabedoria”, explica Luciano.

Além disso, também é importante dominar alguns pontos antes de sugerir mudanças. Mas que facilitam o dia a dia cercado de pessoas tão ligada aos processos:

  1. Comece pequeno: ao invés de sugerir grandes mudanças de cara, comece com coisas pequenas que promovam o bem-estar de todos. Mas que não mexam de forma tão efetiva com os pilares vigentes.
  2. Conquiste autoridade: quer sugerir inovações? Antes de mais nada, domine os processos que estão sendo utilizados agora. Seja um vencedor em cada um deles. Entenda bem como funcionam e de que forma podem ser melhorados.
  3. Compreenda a sua equipe: de novo, antes de impor mudanças, entenda a forma como as pessoas ao seu redor trabalham. De que forma os processos são importantes para elas, como funcionam e porque são tão adeptas dessas metodologias.
  4. Entenda que não é pessoal: mexer com bases sólidas e processos bem determinados pode deixar as pessoas desconfortáveis e colocá-las numa posição de ataque. Seja compreensivo, paciente e ouça.  

Ou seja, as soft skills são importantíssimas para você entender o ambiente em que está inserido. E saber de que forma pode ajudar a empresa e os seus colegas de trabalho atingirem resultados melhores, garantindo o sucesso de todos!

Medicina Veterinária: uma carreira versátil e promissora

Apesar de ainda ser conhecida como a profissão dos “médicos de animais”, a medicina veterinária não se resume ao trabalho em clínica. Afinal, ela está presente de diferentes formas na sociedade. Sua atuação pode se estender a áreas como a vigilância e inspeção de supermercados e frigoríficos, por exemplo, por tratarem-se de estabelecimentos que comercializam produtos de origem animal.

Aliás, outro segmento em que esse profissional pode atuar é a indústria de alimentos para pets. Assim, foi para essa área que Thiago Marçal, veterinário da Nutrire, direcionou seus esforços. “Logo após a graduação, fiz duas especializações. Uma em Segurança Alimentar e Gestão do Setor de Alimentos e outra em Nutrição de Cães e Gatos”, explica o profissional que está há seis anos na empresa.

Medicina Veterinária: um mercado em ascensão

De acordo com ele, os pets estão ganhando cada vez mais importância nos lares brasileiros e, dessa forma, o mercado só tem a ganhar. “Isso leva a um processo de desenvolvimento de novas áreas de atuação e cada vez mais específicas, pois os tutores, com o acesso à informação, estão cada vez mais exigentes”.

Por isso, o PraCarreiras entrevistou o profissional, com o intuito de trazer dicas e informações para quem deseja seguir essa profissão, mas tem dúvidas sobre os caminhos possíveis.

PC: Por que você escolheu a Medicina Veterinária como profissão?

Optei por esta área quando comecei a estudar o mercado e sua abrangência de atuação. Muitas pessoas conhecem a prática clínica, mas áreas de produção animal, saúde pública, defesa sanitária, melhoramento genético, bem-estar animal, inspeção sanitária e tecnológica dos produtos de origem animal e derivados, desenvolvimento e produção de medicamentos e produtos biológicos de uso veterinário também são áreas de atuação do médico veterinário.

PC: Você fez residência?

A residência é voltada para a área clínica. Como optei pela área de alimentos, logo após a graduação cursei especialização em Segurança Alimentar e Gestão do Setor de Alimentos e especialização em Nutrição de cães e gatos.

PC: Me conte um pouco sobre sua trajetória profissional e como foi a sua chegada à Nutrire, empresa de alimentação para animais, em que atua hoje.

Fui contratado pela Nutrire em 2013, para trabalhar como gestor técnico. Eu divulgava os produtos e treinava equipes comerciais de nossos parceiros e clientes. Isso me permitiu absorver muito conhecimento na área comercial, concorrentes, posicionamento e necessidades do mercado. Além disso, todo esse aprendizado me possibilitou a transição para a área interna, mais técnica. Lá, eu pude contribuir e aprender com as áreas de marketing, custos, vendas, produção, qualidade e desenvolvimento de produtos.

PC: Qual é a sua atuação no dia a dia da empresa? Qual o papel de um veterinário nesse segmento?

Atualmente, além de Responsável Técnico da empresa, sou responsável pelo desenvolvimento e manutenção de produtos e formulações, programas de qualidade e suporte técnico à área de mercado.

O principal papel do veterinário neste segmento é, certamente, garantir que os produtos sejam produzidos seguindo as exigências de legislação. E, principalmente, do mercado, garantindo a segurança alimentar, a qualidade e uma nutrição balanceada para os cães e gatos.

PC: Você também atua com atendimento clínico?

Hoje em dia não, pois as atividades da empresa ocupam muito tempo do dia. Entretanto, uma parte do meu trabalho atualmente é o suporte ao SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa. Nesse setor, temos contato com os clientes. Então, atuo diretamente quando o assunto é nutrição e manejo alimentar ou dúvida sobre nossos produtos.

Meu dia a dia é dividido entre atividades de manutenção de formulações, acompanhamento da produção, desenvolvimento de produtos, melhoria contínua de processos e qualidade e, além disso, de acompanhamento do posicionamento e desempenho dos produtos no mercado e seu ciclo de vida.

O mercado é muito promissor, mas apenas para quem busca constante desenvolvimento. Ficar parado não é uma opção

PC: Acredito que simplesmente gostar de animais não seja o suficiente para seguir a carreira de medicina veterinária . Então, que características são fundamentais, na sua visão, para sem bem-sucedido nessa carreira?

Gostar de animais é apenas o primeiro passo. Mas independentemente da área de atuação, acredito que gostar do que se faz e do ambiente de trabalho faz toda a diferença. Além disso, trabalhar com pessoas criativas e que têm os mesmos objetivos faz toda a diferença. 

Em nosso caso, acima de qualquer ambição pessoal, é levar qualidade aos nossos clientes, não apenas no que tange a produto, como também ao atendimento, elevando a Marca Nutrire e suas linhas de produtos ao topo do mercado. Não é a toa que estamos presentes em mais de 30 países com nossas marcas. Isso exige foco, profissionalismo e dedicação de todos os profissionais que fazem parte da família Nutrire.

Por isso, algumas características pessoais fundamentais para crescer profissionalmente são: saber trabalhar sob pressão, agilidade na tomada de decisões, comunicação clara e gestão de processos e equipe.

PC: É possível dizer que a medicina veterinária está ganhando terreno, nos últimos anos, por causa de uma valorização maior dos animais de estimação na sociedade? Qual é a sua visão sobre isso? É um mercado promissor para novos profissionais?

Sim. A verdade é que os pets estão ganhando cada vez mais importância nos lares e já são vistos, não apenas como membros da família, mas também como filhos. Isso leva a um processo de desenvolvimento de novas áreas de atuação e cada vez mais específicas, pois os tutores, com o acesso à informação, estão cada vez mais exigentes. Em meu ponto de vista, isso é extremamente benéfico, não apenas para os profissionais – que são desafiados a se especializarem cada vez mais para se manter no mercado –, como também para os próprios pets, que ganham em qualidade de vida, saúde e longevidade. Acredito ser, sim, um mercado muito promissor, mas apenas para profissionais que buscam constante desenvolvimento e atualização. Ou seja, ficar parado não é uma opção.

PC: Que conselhos você daria para quem ainda é jovem, mas considera cursar medicina veterinária ? Que alertas você gostaria de ter recebido antes de decidir pelo curso?

Informe-se sobre quais as possibilidades de área de atuação, pois é uma profissão que abrange inúmeras opções de carreira e, durante a graduação, procure desenvolver atividades em diferentes áreas (como estágios, por exemplo). Isso serve não apenas para experimentar outras áreas de atuação, como também para se preparar melhor para o mercado de trabalho, pois nem sempre a primeira oportunidade de trabalho após concluir o curso será na área desejada.

PC: Existe algum aspecto da sua profissão que você considera um desafio? Qual? Por quê?

A cada dia existem novos desafios, seja desenvolver ou melhorar nossos produtos, melhorar processos, desenvolver estratégias para melhorar a produtividade e qualidade de nossos produtos, afinal, o mercado está cada vez mais competitivo. Por isso, a busca por conhecimento é um desafio constante.

PC: O que é sucesso para você? Considera-se bem-sucedido?

O sucesso pra mim, de uma forma bem simples é: fazer o que se gosta, fazer bem feito e ser reconhecido pelo que se faz.

Considero-me, sim, uma pessoa bem-sucedida, mas não acomodada. Tenho objetivos claros e definidos e sei exatamente como e onde quero chegar.

Trabalho com Marketing Digital: Amor + planejamento

Gina Trancoso é, acima de tudo, uma estrategista. Gerente de Performance de Campanhas na Livelo (uma das mais conhecidas empresas de fidelidade e recompensas do Brasil), ela trilhou seu caminho de olho no futuro, desde o início. “Escolhi a faculdade de Engenharia da Computação, pois sabia que a tecnologia estava assumindo um papel importante de transformação em todas as áreas”, relembra a profissional. Então, nessa entrevista vamos falar sobre a o trabalho com marketing digital.

Pensamento no futuro para o trabalho em marketing digital

Mesmo quando ainda era muito jovem, suas decisões tinham bases sólidas: antes de escolher o curso, em 1997, tinha lido uma reportagem que dizia que os engenheiros estavam ocupando as posições dos administradores nas empresas.

“Pensava em quantas portas se abririam após a formatura, em empregabilidade e em quantas aplicações a Engenharia tinha para N mercados e segmentos diferentes”.

Transição com foco

Dessa forma, entre a exatidão da engenharia e o impacto social da comunicação, Gina percorreu um caminho certeiro. Após descobrir que a computação não era sua vocação, decidiu mudar de área. Em 2004, foi selecionada para o Programa de Trainees do Grupo Abril, onde apaixonou-se pelo Marketing.

Foram oito anos de amadurecimento – não só pessoal como também profissional. Mas, ela sempre esteve atenta às transformações do mercado e, quando o mundo do digital apresentou-se, fez seus olhos brilharem. Depois de passar por empresas como MercadoLivre e WalMart.com – e de abraçar a maternidade – foi convidada para atuar como gerente sênior na Livelo, onde permanece até hoje. Para ela, a carreira em Marketing tem muito futuro.

PC: Você é formada em Engenharia, mas tem um trabalho com marketing digital. Como foi esse caminho entre áreas aparentemente tão distintas?

Durante a faculdade, na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) cursei matérias eletivas de Antropologia e Direito, fiz parte do Centro Acadêmico e ajudei a organizar eventos com outros cursos.

Fiz Iniciação Científica pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Além disso, trabalhei na Empresa Júnior de Computação da UNICAMP (CONPEC), que começou a abrir minha cabeça para como funcionava uma emprea. Trabalhei com RH na empresa júnior e pude experimentar áreas muito diferentes da minha formação.

Fora da faculdade, fazia bicos para ganhar dinheiro, que também me deram alguma bagagem pessoal. Dei aulas particulares de Física e Matemática, fui caixa em uma creperia e trabalhei como monitora em buffet infantil.

PC: E quando surgiu o estágio?

Iniciei a carreira fazendo estágio em TI na Cia Ultragaz e depois fiz um estágio remunerado no exterior, na British Telecom Inglaterra, por um programa de intercâmbio, trabalhando com programação JAVA. Foi aí que descobri que não era minha vocação, que enxergava a Computação como meio e não como fim, e resolvi voltar para o Brasil.

PC: Qual era a sua estratégia com o retorno ao Brasil e a descoberta de que a Engenharia não era exatamente o que te fazia sentir realizada?

Queria entrar em um programa de trainee, para acelerar uma possível transição para áreas administrativas. Passei no programa de trainees do Grupo Abril em 2004. Na época, era uma das maiores empresas de mídia impressa e publicidade do Brasil. O programa possibilitava um job rotation por diferentes áreas durante um ano. Assim, tive a oportunidade de vivenciar as rotinas do Marketing Leitor (Produto), Publicitário, Assinaturas (CRM) e Logística. Acabei me encantando pela área de Assinaturas/CRM, por ser uma área do Marketing muito exata, direcionada por dados, análises de ROI (retono sobre investimento) e conhecimentos da base de clientes.

PC: Foi aí que você se apaixonou pelo trabalho com Marketing Digital?

Foi quando encontrei o casamento perfeito entre os conhecimentos que eu tinha desenvolvido em cinco anos de Engenharia – o raciocínio lógico e a matemática –, com a parte humana, da qual eu sentia falta – a aplicação prática na vida das pessoas. Um trabalho que me permitisse relações humanas e comunicação (não apenas programação). Foi então que comecei minha carreira em Marketing Direto / CRM / Data-driven Marketing, onde estou até hoje!

PC: Conte-me sobre sua trajetória no marketing até chegar no momento atual, como Gerente de Performance de Campanhas na Livelo.

Após o programa de trainee, fui efetivada na TVA (operadora de TV que pertencia ao Grupo Abril) como Consultora de Negócios, na área de marketing. Então tive meus primeiros contatos com projetos de Database Marketing (estratégias de segmentação de clientes e análises de ofertas segmentadas).

Mas, em 2006, a TVA foi vendida para o Grupo Telefonica e, como eu tinha sido Trainee na Abril, fui absorvida de volta em Assinaturas, como gerente júnior. Passei a cuidar de um projeto de estruturação da venda de Coleções em Assinaturas. Dois anos depois, fui promovida a gerente sênior, para cuidar de dois grupos de revistas considerados mais relevantes ao negócio. Fiquei oito anos, ao todo, no Grupo Abril e considero que foi minha grande escola de carreira, negócios e vida!

PC: Essa oportunidade de trabalho foi uma das mais importantes para sua carreira em marketing?

Óbvio que continuo constantemente me atualizando sobre tecnologias e tendências. Mas tudo o que sei sobre uso de dados e conhecimento de clientes devo a Abril. E, quando olho para as grandes empresas que estão transformando o mundo hoje, como Amazon, Spotify, Natura, e mesmo para os meus atuais parceiros de trabalho em tecnologias, como Serasa, Return Path, Marketdata, Locaweb, sempre tem algum grande profissional lá que foi da Abril, que me ensinou alguma coisa e que fez parte da minha história.

Quando saí da Abril, o mercado estava se transformando com o advento do Google, do Facebook. Verbas de publicidade estavam indo para o digital e a Abril com muita dificuldade de se ressignificar nesse novo contexto. No entanto, eu estava com muita vontade de experimentar essa transformação.

PC: E como ficaram os estudos durante esse começo da sua carreira em marketing?

Nesse meio tempo (2006), eu tinha feito uma Especialização em Marketing Direto pela ABEMD, uma Especialização em Negócios (2009) pelo Insper, um MBA em Marketing (2010) na FIA e um curso de Marketing Digital em Dublin, na Irlanda, de cinco dias, em 2011, no Digital Marketing Institute. Em 2011, assim que carimbei o currículo com esse curso de Marketing Digital, recebi uma proposta do MercadoLivre para trabalhar com e-mail Marketing e aceitei. Eles queriam importar meus conhecimentos de CRM e eu queria aprender e-commerce, internet e digital.

PC: Que lições você aprendeu com essa transição para o universo digital?

Nunca parar de estudar, mapear o mercado e direcionar os esforços para entender as transformações e se preparar para elas. E saber o que se quer! Eu sabia o que queria. Neguei várias propostas de outras editoras, porque achava que não fazia sentido sair da Abril. Comecei a ler notícias e todos os blogs que existiam sobre mídias digitais. E, comecei, inclusive, a postar matérias interessantes sobre Marketing Digital no meu Linkedin. E, então as pessoas começaram a me ver como referência no assunto. E o mercado também! No momento em que entendi o que era a busca por palavras-chave no Google, passei a inserir as palavras que enfatizavam as minhas experiências digitais no meu currículo e perfil do Linkedin.

PC: E essas estratégias deram certo na sua carreira em marketing?

Sim. O jogo começou a virar. Antes eu recebia ofertas da Vogue, Diário de SP e Valor Econômico, e, então, passei a receber propostas de processos seletivos na Microsoft, Spotify, Google e MercadoLivre! Fiquei dois anos no Meli, responsável pelas áreas de e-mail Marketing, time de criação, redes sociais (community manager) e UX. Cuidávamos de um faturamento de R$28 milhões por mês e quadruplicamos o resultado do canal e-mail (de 1% para 4%). Eu geria uma equipe de nove pessoas e, posteriormente, assumi um desafio no Walmart.com, primeiro na área de Produtos. Apenas cinco meses depois, recebi um convite para estruturar a área de E-mail Marketing Promocional e de Relacionamento.

Trabalho em marketing digital
Gina com os demais jurados do Echo Awards em Nova York, em agosto de 2018

PC: Conte-me um pouco mais sobre sua maternidade e como conciliou tudo com sua carreira em marketing?

Em 2016, fui mãe – maior realização da minha vida – e fiquei seis meses afastada do mercado, cuidando exclusivamente do Guilherme. Logo que voltei de licença, recebi o desafio de estruturar, no Walmart.com, a área de Calendário e Promoções. Mas fui convidada, também, para estruturar a área de CRM e Campanhas da Livelo, como Gerente de Performance de Campanhas. Seria, certamente, um escopo maior de carreira, em um mercado de Fidelidade/Loyalty que eu não conhecia e queria experimentar. Então topei o desafio!

PC: E como é sua carreira em marketing hoje?

Hoje cuido, não apenas de e-mail marketing, como também de SMS e PUSH, e da estruturação do Database Marketing da empresa e das plataformas de CRM, da entregabilidade de e-mail marketing (gestão dos IPs, domínios, lei geral de proteção dos dados, permissão de dados, cadastros, enriquecimento, tratamento e deduplicação), da gestão de fornecedores, e do fulfilment de campanhas com todos os sistemas e participantes do processo. Recentemente, assumi o desafio de gestão das mídias internas (banners do site e aplicativo) e da sala de performance.

PC: Por que você acredita ter sido convidada para ser jurada de um prêmio internacional de data-driven marketing, como o Echo Awards?

Pelo tempo de experiência que tenho nesse mercado (desde 2004 atuando, de fato). E, obviamente, pelas relações que construí no ambiente de trabalho ao longo de todos esses anos de entrega e credibilidade. Os jurados do prêmio são escolhidos por uma ferramenta de inteligência artificial, mas as pessoas que se candidatam são indicadas por pessoas que atuam nesse mercado. Fui convidada a me candidatar pela Marketdata, agência de Marketing Direto / CRM, que é nossa parceira na Livelo.

Senti-me honrada de estar entre donos, CEOs e diretores das maiores empresas de publicidade, Marketing e criação do mundo. Mais de 26 países, agências e empresas como Ogilvy, Comcast, RAPP, Google, Adobe, Stirista, DMA, AMA, Marketdata / WPP.

PC: Você acredita que o mercado é promissor para quem quer investir em uma carreira na área de marketing?

Essa é uma carreira bastante promissora, pois as empresas sempre vão precisar conectar seus produtos a clientes e o Marketing é a disciplina que cuida dessa estratégia, ainda mais em um mundo tão conectado como o nosso. Entender o comportamento das pessoas e a influência da tecnologia nisso, como as pessoas usam a tecnologia e como ela transforma o mundo, faz com que o profissional do Marketing seja cada vez mais útil nas empresas, mas faz também com que Marketing e Tecnologia andem cada vez mais de mãos dadas.

PC: E você acredita que isso vai continuar daqui pra frente?

Hoje as empresas que mais estão mudando a forma como usamos produtos e serviços não possuem bens, mas partiram do entendimento de uma dor ou necessidade de um cliente ou mercado e trouxeram uma solução, como Google (busca), Facebook (conexões), Aibnb (capacidade ociosa das casas e preços dos hotéis), Uber (falta de táxi em horário de pico X preço X mobilidade urbana), iFood, MercadoLivre, Amazon, Spotify, Netflix, Amaro, Rappi, Booking e tantas outras. Por isso, acredito que o Marketing tem um papel fundamental e uma longa trilha de oportunidades pela frente! (associada a disciplinas como design de produtos, product owners, user experience, inteligência artificial, neuromarketing, design thinking, transformação digital, etc.).

PC: Que dicas você daria para quem quer ingressar nessa área?

Primeiramente, conhecer a si mesmo, as próprias aptidões. Entender o mercado, saber se o que você gosta e sonha tem a ver com o mercado e as tendências. Respeitar suas aptidões (porque você só vai ser bom se fizer o que gosta, não adianta forçar a barra), estudar sempre, ler muito, estar sempre antenado, manter conexões ativas, alimentar seu networking (seu colega de hoje pode ser seu chefe de amanhã).

Fazer tudo sempre muito bem feito e ser ético, para dormir com a consciência tranquila (pois nenhum real ou dólar vale mais que a sua tranquilidade e paz de espírito). Conectar-se ao seu sonho e propósito e, se possível, fazer algo que ajude a melhorar o mundo pras gerações futuras! Dá para usar o marketing conectado à mobilidade urbana e à educação; resolver a fome no mundo, solucionar problemas complexos das cidades e das populações. Vamos tentar?

PC: Como deve ser, na sua visão, o bom profissional de marketing? Existe um perfil ideal para se destacar na profissão?

Curioso, antenado, atento a detalhes, estrategista: escolher poucas e boas coisas, usar dados a seu favor, saber analisá-los e conversar com eles. Além disso, ser obcecado pelo resultado das ações que colocou no ar. Deu certo? Qual era o objetivo? Foi atingido? É preciso ter essa inquietude e essa gana por números.

Já se foi o tempo em que o trabalho com Marketing Digital era visto apenas como sinônimo de criatividade. É também, sem sombra de dúvida, mas é 10% inspiração e 90% transpiração, trabalho, análise, número, resultado, entrega de serviço, produto ou benefício relevante ao cliente! Que o faz ficar feliz, satisfeito, encantado e, assim, falar bem da sua marca, da sua empresa, voltar a comprar mais vezes, etc.

PC: Qual é a importância do marketing na sociedade?

O Marketing conecta as empresas – por meio de seus produtos e serviços –, aos clientes e mercados. Tem importância fundamental porque é a área responsável por fazer essa conexão da melhor forma, entendendo as dores e necessidades dos consumidores e endereçando a criação de produtos e serviços para solucionar problemas. O marketing também tem papel fundamental na disseminação de conceitos importantes na sociedade. Como, por exemplo, diversidade, respeito a diferenças, padrões de beleza, cuidados com infância, etc.

PC: E qual impacto negativo que o trabalho com marketing digital pode trazer para a sociedade?

A irresponsabilidade no uso de imagens publicitárias ou falta de cuidado nas campanhas pode contribuir para intensificar problemas sociais como, por exemplo, bullying, busca de padrões inatingíveis de beleza (anorexia, bulimia, culto exacerbado a magreza), uso indiscriminado de produtos nocivos à saúde, como o fumo, no passado. O profissional de Marketing precisa entender seu papel como protagonista nessas causas de empoderamento social.

PC: O relacionamento entre marcas e clientes mudou inegavelmente nos últimos anos, graças à participação dos consumidores nas plataformas digitais. Qual é o desafio do trabalho com marketing digital nesse cenário?

Marketing e tecnologia andam de mãos dadas. Hoje, quase tudo de que se precisa está no celular. Não dá para ser bom nessa área sem olhar dados, números, sem gostar de tecnologia. Por isso, é preciso estudar sempre! Viver antenado, mastigar tendências, olhar muito para o que as marcas estão fazendo no Brasil e lá fora. Mas, principalmente, pensar como consumidor, focar na experiência: o que você faz deve resolver dores, problemas, tem que ser útil! Experimente seu produto, sua solução, seu site. Ele é fácil? Você consegue usar? Seus amigos gostam? Preste atenção às marcas ou produtos de que todo mundo está comentando!

PC: O que é sucesso para você?

Sucesso é sentir-se realizado! É saber que você faz diferença na vida de alguém! Ou seja, saber que sua vida toca outras vidas, independentemente do resultado financeiro ou do lucro líquido que você gera. É quando seus valores e seu propósito de vida encontram os valores e o propósito de vida de outras pessoas. Já se imaginou fazendo algo que é o seu sonho e, ainda por cima, ganhar dinheiro para fazer? Isso é sucesso! Boa sorte na sua carreira e se quiser entrar em contato e falar mais sobre carreira, Marketing ou vida, procure-me aqui: linkedin.com/in/ginatrancoso. Vai ser um prazer trocar figurinhas e aprender com você!

Agora, você já entende um pouco mais sobre o trabalho com marketing digital.

8 dicas de recrutadores para a entrevista de emprego

Você é do tipo que acredita que o principal é chegar para a entrevista e que isso, por si só, já garante a vaga para você? Nesse caso, é melhor pensar novamente. Acompanhe essas dicas de entrevista de emprego obtidas diretamente com uma headhunter.

O PraCarreiras conversou com a headhunter Patricia Zito, que trabalha, principalmente, com altos executivos, para saber o que os recrutadores buscam e ficam de olho na hora da seleção. Quer a vaga dos sonhos? Então, esse é o momento de ficar atento e ler com atenção cada um dos itens abaixo.

1.Invista em Soft Skills

Você já ouviu falar em soft skills? Nós já falamos sobre o tema por aqui, e, segundo Patricia, esse é o grande diferencial da nova era. As suas experiências profissionais e acadêmicas têm um peso importante na hora da contratação. Mas é preciso ir além e desenvolver a si mesmo como pessoa.

“Se o candidato não tiver resiliência, dinamismo, se não souber se comunicar bem, se não se adapta às mudanças… De nada adianta ter conhecimento técnico se não tiver competências comportamentais”, diz ela.

Caso você não esteja familiarizado com o termo, soft skill é uma expressão em inglês usada entre os profissionais de recursos humanos. São comportamentos que têm impacto positivo no ambiente de trabalho. Habilidades subjetivas, como a empatia ou comunicação, que não são aprendidas em cursos e que fazem a diferença no dia a dia.

2.Aprenda a descrever as suas experiências

Essa é uma das dicas de entrevista de emprego mais importante. A headhunter também aponta para outro detalhe importante: a descrição das suas experiências profissionais no currículo. Acredite, para ela, isso faz toda a diferença na hora de chamar um candidato para uma entrevista. Isso porque demonstra não só se ele se encaixa no perfil buscado, mas também o seu impacto nas empresas pelas quais passou.

Aqui, vale sempre a máxima: objetividade é tudo. Seja breve, porém certeiro na sua descrição. Conte o que você fez e quais as suas responsabilidades de uma maneira sucinta e clara.

Mais do que pensar no layout do CV, invista em um conteúdo de qualidade. Ou seja, no seu próprio histórico de forma que seja fácil entender o que você fez e quais resultados essas ações geraram.

3.Revise, revise, revise!

Erros de português no currículo são absolutamente inaceitáveis. Um erro de digitação ou outro é até compreensível. Porém erros gramaticais fazem com que o recrutador desista de chamar você para a entrevista de emprego.

O que fazer, então? Revise o seu CV mais de uma vez antes de enviá-lo e, na dúvida, peça ajuda! Mande o currículo para um amigo ou uma pessoa de confiança que possa fazer essa checagem para você. Vale até mesmo procurar um professor de português ou um mentor da sua área. Tenha em mente que o português correto é essencial.

4.Evite o auto-elogio na entrevista de emprego

Essa é, com certeza, uma das dicas de entrevista de emprego mais esquecidas pelos candidatos. Outro erro comum, segundo Patricia, é quando o candidato coloca no currículo informações que não são pertinentes. Podemos dar uns exemplos: “sou um ótimo pai de família” ou “sou extremamente competente”.  O que interessa são as suas experiências e conquistas profissionais. Por isso, deixe que elas contem para o recrutador sobre as suas capacidades.

E, tenha certeza, se você é alguém atento a desenvolver soft skills ou se acredita que essas capacidades foram desenvolvidas e fortalecidas naturalmente ao longo do tempo, elas ficarão visíveis na hora da entrevista – você não precisa elogiar a si mesmo para conseguir um trabalho.

recrutadores entrevista de emprego
Foto: Helloquence / Unsplash

5.Seja honesto na entrevista de emprego

Estudar o seu currículo é importante para responder com precisão as perguntas do recrutador na hora da entrevista. Mas isso não significa que você precisa chegar para o encontro com as respostas prontas e ensaiadas. Ouça, seja honesto e, principalmente, autêntico.

A dica aqui é ser você mesmo. Ter conhecimento sobre a sua própria trajetória é imprescindível em qualquer momento da vida. Mas, em entrevista de emprego, o que faz a diferença é o quanto você se sente confortável consigo mesmo.

6.Atenção ao dress code

Aqui, o contexto é muito importante. A headhunter explica que é essencial entender o dress code da empresa – se é um ambiente mais moderno e descolado ou formal e tradicional. Mas o principal é não forçar uma situação. O seu lifestyle tem um peso aqui. Por isso, procure por vagas que se encaixem no seu perfil até quando o assunto é vestimenta.

Se você não é do tipo terno e gravata, não vai se sentir confortável trabalhando em um ambiente que pede por esse look todos os dias. E o mesmo vale para quem é acostumado com um visual formal e começa a trabalhar em um escritório que vive de jeans e camiseta.

7.Entenda o que leva à uma contratação

Patricia atenta para o fato de que não é só um fator que determina a contratação de um profissional. É um conjunto de competências técnicas e comportamentais, adequação ao perfil da vaga, além da cultura da empresa.

Ou seja, só ter um currículo bom ou só ter soft sillks bem desenvolvidos não garantem a contratação. O principal é lembrar que o perfil que a empresa procura e o encaixe entre a cultura da empresa e o candidato também são muito decisivos.

8.Pare de acreditar em fórmulas mágicas para a entrevista de emprego

“Muitas vezes, uma pessoa desempregada e na busca pela recolocação se desespera e quer buscar uma maneira de ser encaixado na vaga. Mas, hoje em dia, precisamos pensar não só no ganha pão, mas que existem empresas que tem um perfil mais parecido com o dela e outras não”, diz Patricia.

Muitas vezes, você aceita uma vaga apenas pelo desespero de precisar trabalhar, mas, ao longo prazo, isso acaba não sendo bom tanto para você quanto para a empresa.

“Seja você mesmo, seja sincero, compartilhe o que você verdadeiramente acredita, as suas expectativas, porque se servir para aquela vaga, vai dar certo. E, se não servir, surgirão outras que serão mais adequadas”, explica.

Ter essa visão pode, sim, ser complicado na prática, mas é essencial buscar essa compreensão do todo – por mais que trabalhar e ter um salário todo mês seja de extrema importância, o principal é o seu bem-estar físico e emocional, e trabalhar em uma empresa que não se encaixa no seu perfil e vice-versa, com certeza, não colabora.

Com essas dicas de entrevista de emprego, certamente você vai conquistar sua vaga dos sonhos.

7 dicas para quem quer trabalhar no exterior

Muitas vezes o que você mais busca é uma oportunidade de trabalhar no exterior. Principalmente pela forma como esse tipo de experiência pode abrir a sua mente e alavancar a sua carreira. É claro que é possível ter uma experiência de trabalho fora do Brasil. Mas não pense que essas chances caem do céu. É preciso planejamento e dedicação.

Conversamos com Thiago Balieiro, head de RH do Student Travel Bureau, para saber exatamente o que é preciso considerar na hora de procurar emprego em outro país.

1.Descubra a sua motivação para trabalhar no exterior

A ideia de ter uma vivência fora do Brasil parece incrível. Mas ela varia muito de pessoa para pessoa. Por isso, é importante você saber, em primeiro lugar, qual a sua motivação para isso. É para conhecer outra cultura a fundo? Experimentar a vida em um país de primeiro mundo? É pela qualidade de vida? Independentemente do motivo, é uma experiência enriquecedora que colabora para você se tornar um profissional melhor.

“O jeito dos americanos lidarem com o seu trabalho é completamente diferente dos alemães, por exemplo”, explica Thiago. “Essa diferença de crenças e jeitos de se relacionar com pessoas e tarefas é enriquecedora de todos os pontos de vista. Sem falar, também, que o mundo está de fato sem fronteiras e as pessoas estão buscando experimentar novos formatos de viver, de aprender e também de trabalhar”.

2.Domine a língua e se jogue!

Segundo o head de RH, o primeiro passo – e mais importante – é você ter domínio da língua local. Se a sua ideia é trabalhar nos Estados Unidos ou Inglaterra, saber o inglês é essencial. Outro ponto importantíssimo é criar o seu perfil no LinkedIn em inglês. Dessa forma, você se apresenta para o mundo inteiro, já pensando em possibilidades além do Brasil.

Aliás, é aqui que o networking começa a se tornar de extrema importância. Comece a se conectar com pessoas da sua área de atuação, mas que não estejam em território nacional. Faça cursos e assista palestras, mesmo que online. E, se possível, participe de eventos ao vivo com personalidades estrangeiras (mesmo que aqui no Brasil mesmo).

“Os cursos presenciais merecem um parêntesis importante. É uma oportunidade de unir a viagem e tudo o que ela pode agregar para a gente, com o networking sendo feito pessoalmente. Isso além de buscar conhecimento em centros de referência, que é sempre incrível”, diz Thiago.

3.Considere as diferenças de trabalhar no exterior

Sim, trabalhar fora do país é uma experiência incrível. Mas não espere encontrar as mesmas condições que você está acostumado no Brasil.

As legislações são diferentes, o cálculo salarial é outro e até mesmo as relações de trabalho mudam de país para país. Ou seja, estude! Entenda como as coisas funcionam no país em que você quer trabalhar. Veja se essa é mesmo uma mudança vantajosa para você. O sistema de férias e 13º salário, por exemplo, não é comum em todos os países do mundo.

4.Faça testes sem sair do país

Você já ouviu falar em freelancer? Pois é, a ideia de trabalhar para diferentes clientes, no sistema homeoffice, e sem um contrato fixo tem se tornado cada vez mais comum. E pode ser a oportunidade perfeita para você começa a abrir a mente – e a profissão – antes de fazer uma mudança definitiva.

Segundo Thiago, nos Estados Unidos e na Europa essa é uma prática bem comum hoje em dia. Você pode criar uma rede de contatos começando com trabalhos freelancer. “Encontrar uma possibilidade freelancer pode ser um bom jeito de começar ou pode ser definitiva. Assim você gera uma rede global de trabalho e pode trabalhar de onde quiser”, diz ele.

5.Planeje um investimento para trabalhar no exterior

Já falamos por aqui sobre a importância de ter e manter um bom networking, e isso também é válido se você busca trabalhar no exterior. A diferença é que encontrar com essas pessoas pode ser um pouco mais complicado. E exige certo investimento.

Como comentamos nos parágrafos acima, participar de palestras e cursos, presenciais e online, são a melhor forma de você começar a conhecer pessoas da sua área e montar a sua rede de contatos internacional. Aliás, procurar investir em cursos de capacitação fora do Brasil é uma das formas mais efetivas de fazer esse networking cara a cara, reforçando laços e entendendo melhor as necessidades do mercado local.

Para isso, claro, você precisa de um planejamento financeiro. Escolha um curso que caiba no seu orçamento e aproveite ao máximo a experiência para conhecer a fundo professores e palestrantes.

6.Não se prenda a sua idade

Parece que mudar de país, encontrar um trabalho fora do Brasil, só funciona quando você começa cedo, certo? Errado! “Tudo é uma questão de se planejar – cada momento de carreira tem características específicas como salário, disponibilidade de posições, etc. Mas eu considero possível em qualquer idade, qualquer momento de carreira e em qualquer circunstância”, explica Thiago.

7.Entenda suas dificuldades

Thiago atenta para uma questão importante: é muito comum você acreditar que o seu domínio da língua é o suficiente para uma situação de trabalho rotineira, quando ainda não é.

É diferente usar o inglês, por exemplo, para passar as férias nos Estados Unidos ou se comunicar com vendedores ou outras pessoas em situações mais informais. Outra completamente diferente é você conversar com executivos em uma reunião de trabalho.

Por isso, estude! Tanto para entender em que ponto está o seu domínio da língua, quanto para facilitar o seu lide diário com as burocracias necessárias para essa mudança.

Aliás, esse é outro ponto: pesquise e entenda são as documentações necessárias para essa mudança, o que você precisa para trabalhar em outro país, se é preciso um de visto de trabalho (e como tirá-lo) e outras burocracias. Isso é essencial para que essa transição seja feita sem problemas e, na dúvida, você pode buscar outras pessoas que já passaram por isso para compreender melhor o passo a passo.

Você já pensou em trabalhar no exterior? Que tal compartilhar a sua experiência no nosso grupo no LinkedIn ou nos comentários abaixo?

Como escolher sua profissão: 5 Dicas Infalíveis

Está na hora de pensar sobre qual profissão é melhor para você, não concorda?

É pensando nisso, que este artigo foi desenvolvido. Nele, você encontrará a dicas de como escolher sua profissão certa.

Por isso, vamos direto ao que interessa, e entender um pouco mais a respeito deste assunto.

Dica 1: uma profissão com grande demanda

Sabemos que no Brasil, a taxa de desemprego tem crescido muito, e dessa forma fica difícil encontrar um emprego em determinadas profissões. Então, o que fazer neste caso?

Você está começando agora? Se sim, pode ser que esteja interessado em um curso, e algumas áreas jamais deixam a desejar.

Por exemplo, as áreas da saúde e da educação está sempre disponível em grandes e pequenos concursos públicos. Dessa forma, você poderia escolher uma dessas áreas e estudar par os próximos concursos que vierem a surgir.

Observação: A área da saúde e da educação foram citadas apenas como exemplos. Existem outras áreas em que a demanda de empregos é grande também, como na área da construção civil, por exemplo.

Dica 2: Pergunte aos seus colegas e amigos antes de escolher sua profissão

Uma das coisas que você pode fazer, é perguntar a amigos e familiares sobre suas profissões, se eles gostam do que fazem, e caso a resposta seja sim, pergunte o que faz eles gostarem.

Algumas pessoas diferem de outras em questão de gostos, e acredite, algumas gostam muito de trabalhar. Então, o que isso quer dizer? Que talvez o que faz uma pessoa gostar de uma profissão, não irá funcionar com você.

Assim, é preciso que você analise bem se realmente gostaria do que seus amigos estão falando.

Por exemplo, algumas pessoas escolhem a profissão de secretária porque trabalha sentada, enquanto outras preferem não ter essa profissão pelo menos motivo, pois gostam de andar e “se exercitar”.

Milhões de motivos podem existir para quem gosta de um determinado emprego, mas será que esses motivos também se aplicarão a você? Portanto, pense bem.

Dica 3: Faça uma rápida pesquisa sobre as profissões existentes

Existem muitas profissões, mas essas são divididas por áreas do conhecimento (humanas, exatas, biológicas). Em qual dessas áreas você se saia melhor na escola? Tinha grande facilidade em uma delas?

Caso você perceba que precisa pensar um pouco mais, use seu tempo para pesquisar um pouco sobre cada uma, e encontrar aquilo que mais se parece com você.

Algumas dessas áreas realmente precisam de grandes profissionais. Por isso, você deve realmente qual delas é melhor para você, e por quê.

Assim, você realmente pode se beneficiar de conhecer um pouco sobre cada uma.

Dica 4: Pesquise outros pontos importantes antes de escolher sua profissão

Qual seu plano para o futuro? Trabalhar naquilo que gosta ou ganhar muito dinheiro? Se você tem uma paixão, pode pensar em um curso para se especializar nela, ou até mesmo abrir seu próprio negócio.

Assim, pouco dinheiro se torna muito num negócio próprio.

Por outro lado, se você quer receber muito dinheiro, deve pesquisar sobre as profissões com salários aproximados aos que você gostaria de receber.

Mas tem um detalhe que não podemos esquecer para quem quer escolher qual profissão seguir. Boa parte das profissões que pagam bem, necessitam de muito estudo, e de uma grande demanda de trabalho (muitas vezes cansativo).

Escolha com cuidado para não se arrepender.

Dica 5: faça um Quiz online para escolher sua profissão

Um bom Quiz pode lhe ajudar a se encontrar. Ela fará perguntas, com pelo menos 4 ou 5 alternativas para que você possa responder com aquilo que mais se aproxima da sua reposta.

No final, ele dará uma profissão com base nas suas respostas a cada pergunta feita. Então, que tal fazer um agora mesmo?

Recomendamos a você o Quiz Pop, um dos melhores na categoria.

Depois analisar as 5 dicas, será bem mais fácil identificar qual profissão combina mais com você. Portanto, tente analisar cada uma com calma. Assim, você vai se encontrar no mercado de trabalho de uma forma realmente rápida.

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Centenas de currículos enviados, mas nenhuma resposta? Então, está na hora de mudar a sua estratégia. Afinal, você não pode perder um emprego apenas por não saber como montar um currículo. As melhores dicas dos recrutadores reunidas nesse e-book grátis. Agora, você não tem mais desculpas para ter dúvidas de como conseguir um emprego com um bom currículo. Você vai, certamente, conseguir montar um ótimo currículo agora!

Já está com o currículo e o perfil do LinkedIn estrategicamente montados? Então, chegou a hora de buscar um novo emprego. A planilha de vagas de trabalho do PraCarreiras é atualizada diariamente, ou seja, são muitas oportunidades! Além disso, focamos em vagas que não são divulgadas por aí. Com isso, temos vagas exclusivas, obtidas diretamente da nossa rede de recrutadores. E, sobretudo, é tudo grátis! Acompanhe!