DGS Brasil reforça liderança feminina

Na multinacional de tecnologia, os cargos de liderança são ocupados em sua maioria por mulheres. Nos demais, elas ocupam 33% das posições.

A DGS Brasil , empresa pertencente ao Grupo Dedalus, provedor líder de soluções tecnológicas para a área da saúde na Europa e uma das maiores do mundo, destaca liderança feminina em cargos de gestão. Atualmente, 33% do quadro de funcionários é representado por mulheres, porém elas são maioria – 60%, dos cargos de liderança.

De acordo com Juliana Martins Martinho, Head de RH para América do Sul e Norte, faz parte da estratégia da empresa promover um ambiente de trabalho que estimule o crescimento do colaborador. “Queremos estimular o crescimento de todos os nossos funcionários, mas sabemos que devemos estar atentos aos vieses sociais e agir para garantir espaço qualificado para todos, independente de suas diferenças”.

A liderança feminina: Processo de transformação

Vivenciamos um processo de transformação contínuo no mercado e no Grupo Dedalus, e atrair mais mulheres para esse nosso mundo de tecnologia faz parte da nossa estratégia, afinal, nossos valores são voltados às pessoas, à diversidade.

Para Leila Guerra Raposo, coordenadora de sistemas na DGS Brasil, os obstáculos impostos pela profissão são vencidos com empenho e dedicação. “Quando decidi ingressar no mercado de TI, ainda no período de estudos, percebi que éramos poucas.
Mas isso não me desestimulou porque sempre tive muito apoio e incentivo da minha família. Com o passar dos anos o interesse só aumentava e quando a gente se identifica, os obstáculos são vencidos com empenho e dedicação. É gratificante poder estar inserida em um mercado de trabalho e fazer parte de uma empresa que utiliza a tecnologia da informação como diferencial para a gestão de hospitais”, conta a profissional graduada em Ciências da Computação pela Universidade Católica de PE e pós-graduada pela UFPE.

A liderança feminina: Os desafios das mulheres

Patricia Martinelli, Diretora de Vendas e Marketing da DGS Brasil, acredita que as mulheres têm desafios no mundo corporativo em geral. “Nós mulheres temos desafios no mundo corporativo em geral, independentemente da posição que ocupamos”.
Eu tive sorte de ter trabalhado em empresas onde a posição das mulheres sempre foi respeitada, porém esse ainda não é o cenário encontrado pela maioria das mulheres, infelizmente. Já é sabido que em ambientes mais equilibrados, com maior diversidade e igualdade de gêneros, as equipes têm maior capacidade de gestão, organização e alto nível de motivação e autonomia. Nós da DGS temos esse compromisso social de buscar por essa equidade.

A multinacional, traz apoio e suporte para fortalecer as carreiras femininas. “Quando assumi este cargo, imaginei que seria desafiador me impor e ser respeitada durante as reuniões e encontros, mas isso nunca aconteceu. Aqui existe muito respeito e todos têm o seu espaço, por isso sinto que ser mulher nesta área, não me atrapalha em nada no meu dia”, reforça Natália Horta, Coordenadora de Comunicação e Marketing da DGS Brasil.

A liderança feminina: A pesquisa

Segundo pesquisa da Women in Tech, do Reino Unido, apenas 1 (um) em cada 6 (seis) especialistas em tecnologia no país é mulher. No Brasil, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), aponta que 20% dos profissionais de TI são representados pelo público feminino.

Apesar dos números ainda não serem astronômicos, eles são um indício de que a chegada das mulheres nesse mercado despertou nas empresas a necessidade de inclusão. “Além dos desafios que todos enfrentam no mercado de trabalho independente do gênero, nós mulheres assumimos a responsabilidade de trabalhar para a extinção dos padrões machistas da sociedade que se refletem nos comportamentos dentro das organizações”, explica Carolina Araújo, Controller da DGS Brasil, que já trabalha na área de finanças há dez anos.

A liderança feminina: Sobre Camila de Souza

Camila de Souza, uma das muitas mulheres que embarcaram para o mercado da tecnologia, atualmente é Operations Manager da DGS Brasil. Formada em Ciência da Computação e com MBA em Gestão de Projetos, ela explica como a função de liderar um time como mulher significa em sua vida. “Reconheço que a posição de liderança aconteceu em minha vida de uma forma natural ao reconhecimento do meu trabalho e potencial.
No entanto, confesso que resultado, desempenho, dedicação e esforço foram duramente cobrados para que o reconhecimento se concretizasse. Nós mulheres, ainda, precisamos provar nossa capacidade em ocupar um cargo de liderança e principalmente, nos mantermos nessa posição. A igualdade de gênero no mercado de trabalho continua a ser o maior desafio”, relata a líder.

É notável que o mercado – aos poucos – está se tornando cada vez mais diversificado e com o engajamento do público feminino, as portas continuam se abrindo. “Acredito que o interesse das mulheres pelo setor tem crescido e se tornado cada dia mais vivo. Hoje, por exemplo, a DGS Brasil conta com nove mulheres nos cargos de liderança e essas profissionais ganharam grande destaque no mercado de trabalho, graças ao talento delas”, finaliza Juliana.

A liderança feminina: Sobre a DGS Brasil

A DGS Brasil, empresa pertencente ao Grupo Dedalus, provedor líder de soluções tecnológicas para a área da saúde na Europa e um dos maiores do mundo. Com sede na Itália, possui atuação global em mais de 30 países e cerca de 5,5 mil colaboradores, que atendem mais de 6 mil hospitais e 5,3 mil laboratórios.
A empresa conta com uma área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) com 1,1 mil profissionais, considerada uma das maiores da Europa. No Brasil, a empresa possui escritórios em Barueri (SP) e no Recife (PE).

Com a demanda crescente por soluções de Tecnologia da Informação no setor da saúde (TI), em 2016, iniciou plano de expansão com a aquisição de parte da Agfa Healthcare IT tornando-se líder no mercado de soluções de saúde nos segmentos hospitalar e de diagnóstico. Em 2020 adquiriu a divisão de software de saúde da DXC Technology. O Grupo tem investidores como a Ardian, maior empresa de investimento privado da Europa e 4ª do mundo; e Abu Dhabi Investment Authority (ADIA).

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