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Integração e engajamento no home office: como manter a cultura de uma empresa em crescimento?

Integração e engajamento no home office: como manter a cultura de uma empresa em crescimento?, esse é o tema do artigo de hoje, escrito por Pâmela Lisboa, Head of People na fintech Asaas.

Em um cenário de tantas mudanças como o que vivemos atualmente, empresas que priorizam a cultura como um ponto central na gestão de pessoas se veem diante de um grande desafio.

Como não se perder em meio ao trabalho remoto? A familiaridade com a tecnologia certamente esteve ao lado das organizações nesse sentido. Foi com o apoio dela que as equipes de Recursos Humanos puderam criar e testar iniciativas diversas, tentando se adaptar ao que o mercado de trabalho exigia sem acabar com o engajamento da equipe neste caminho.

Aqui no Asaas, consideramos que a experiência deu certo: hoje, estamos indo bem no nosso caminho de identificar, engajar, celebrar e reconhecer nossos profissionais, mesmo à distância.

E, embora a ansiedade para o retorno das atividades presenciais seja grande — não podemos negar que o contato humano e as conversas na hora do café são insubstituíveis —, sabemos que não poderíamos ter chegado onde chegamos sem o home office. Depois de tantas incertezas e aprendizados, a verdade é que conseguimos colocar em prática nossas ações de forma muito mais ágil e efetiva, nos comunicando melhor com todo o time e fortalecendo nossa cultura.

Engajamento no home office: Remoto permitiu crescimento sem perda da comunicação

Por mais surpreendente que possa parecer, um dos pontos positivos que notamos logo no início do trabalho remoto foi a facilidade na comunicação com toda a empresa. No contexto presencial, uma atividade envolvendo a equipe completa exigia uma grande organização logística — que incluía, por exemplo, encontrar um local que acomodasse todos.

Por conta disso, tínhamos poucos rituais: apenas alguns eventos pontuais e um café mensal para comemorar os aniversariantes do período. Na época, com cerca de 100 colaboradores, já estávamos começando a pensar que esses rituais precisariam ser adaptados em breve por falta de espaço — hoje, com uma equipe de mais de 350 pessoas, com certeza eles já não existiriam mais.

Engajamento no home office: A adoção do home office

Com a adoção do home office, no entanto, conseguimos não apenas manter essas iniciativas existentes, como também criar novas ações envolvendo toda a empresa, mesmo tendo triplicado de tamanho. Um exemplo é o All Hands, reunião que acontece semanalmente entre toda a equipe e a presidência do Asaas.

Em quinze minutos, todos são atualizados com as novidades e a agenda da semana, além de poderem tirar dúvidas. Presencialmente, um evento deste porte tomaria muito mais tempo e não seria tão efetivo. Além disso, as reuniões virtuais são gravadas e disponibilizadas facilmente, o que permite que pessoas de férias ou que eventualmente não estejam disponíveis no horário agendado possam acompanhar as ações posteriormente.

Percebemos que achávamos que estávamos falando com todo mundo simplesmente por estarmos ao lado das pessoas, mas que, na prática, não era isso que acontecia. Agora, mesmo de longe, nos sentimos muito mais próximos de toda a equipe.

Engajamento no home office: Criação de redes internas ajudou na integração 

Como manter a integração entre as equipes em uma realidade virtual? Essa pergunta com certeza trouxe insights para os mais diversos times de Recursos Humanos logo no início da pandemia. No Asaas, uma das primeiras ideias que colocamos em prática foi a criação de uma espécie de Twitter interno, em que as pessoas poderiam passar informações rápidas sobre o que estava acontecendo nas áreas da empresa.

Deu tão certo que implementamos também o Asaasgram, nossa espécie de Instagram, onde os colaboradores podem falar sobre si mesmos, e o AsaasIn, que tem o propósito de compartilhar um pouco da experiência daqueles que fizeram movimentações e evoluíram profissionalmente, como acontece no LinkedIn. Essas iniciativas são interessantes porque todos conseguem visualizar e interagir, promovendo uma integração entre áreas que nem sempre acontecia presencialmente.

É claro que, em meio à confusão da adoção repentina do home office e a realização de diversos testes, também tivemos experiências que não funcionaram tão bem. Uma delas, por exemplo, foi a criação de salas virtuais que ficavam abertas para que todo o time pudesse se encontrar para conversar na hora do café, o que acabou não gerando engajamento.

No entanto, ainda pensando em substituir essa troca natural que acontecia no cotidiano, implementamos um plugin na nossa plataforma de comunicação que cria conversas aleatórias entre pares: a cada duas semanas, ele sorteia duplas e agenda horários de meia hora para bate-papos, permitindo que os colaboradores se conheçam melhor ou até “matem as saudades” daqueles que já faziam parte do seu dia a dia no escritório antes da pandemia.

Engajamento no home office: Contexto de adaptação contínua

Além das novidades do trabalho remoto, também existem aquelas ações que funcionavam bem e precisaram ser adaptadas à nova realidade. Aqui no Asaas, tínhamos a tradição do Dia D — data temática em que íamos trabalhar vestidos à caráter e, ao final do expediente, aproveitávamos uma festa produzida pela empresa. Apesar do medo de não manter o engajamento no home office, buscamos ao máximo inspirar nossos colaboradores e conseguimos ampla participação.

Em junho, tivemos nossa festa junina com a entrega de kits com comidas e bebidas juninas e um happy hour online que contou com bingo, jogos e muita conversa — sem contar os trajes juninos, que foram caprichados para uma competição de melhor jeca.

Com a retomada progressiva das atividades presenciais, vamos precisar nos adaptar novamente — pensando não apenas nos colaboradores que voltarão ao escritório, mas também naqueles que permanecerão trabalhando à distância, já que nosso time agora está espalhado por todo o país.

Sabemos que será desafiador, mas, depois de tantas mudanças bem sucedidas, também temos a certeza de que é possível manter a cultura e o sentimento de pertencimento à empresa em qualquer cenário.

Leia também – Gestão sem distinção.

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