Networking em casa: 5 dicas para cultivar a sua rede de contatos

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Foto: Corinne Kutz / Unsplash

Você já pensou em fazer networking em casa? Pois é, o isolamento tem sido um desafio para todo mundo durante a pandemia de coronavírus. Porém, é possível usar esse momento (e o tempo extra que ele oferece) para se adaptar, se atualizar e investir em ações que vão ajudar a sua carreira – mas que antes você nunca tinha o tempo para fazê-lo. Uma dessas ações é o networking. 

Todo profissional sabe a importância de uma boa rede de contatos, mas como fazer isso sem sair de casa? Conversamos com a coach Mônica Ramos para entender melhor qual a melhor forma de investir no seu networking, mesmo em quarentena. 

5 dicas para fazer networking em casa

1.Defina o seu público alvo

De acordo com a profissional, quando se fala em networking a primeira coisa a fazer é definir o seu público alvo. Ou seja, quem são as pessoas que você gostaria de ter como contato para formar a sua rede. 

Depois, vem o objetivo: o que você quer com a sua rede de contatos? É vender os seus produtos ou serviços? É apenas ter uma aproximação com pessoas para um objetivo futuro? É importante ter isso em mente para saber o porquê por trás da sua rede. 

Por último, mas não menos importante, como você quer construir essa rede de contatos? É via LinkedIn, pelo Facebook, Instagram? Por alguma outra rede social? Tenha claro qual o caminho que você vai seguir para construir esse networking em casa. 

Ah, claro, não esqueça o mais importante. Nesse meio tempo, reveja o seu próprio perfil nas redes sociais que você escolheu e veja se ele está adequado ao seu objetivo. 

2.Mantenha o profissionalismo

Feito todo o processo do item anterior, o mais importante é lembrar de manter o profissionalismo ao fazer uma nova conexão. Não tente parecer íntimo de alguém que você acabou de “conhecer” pelo LinkedIn ou por qualquer outra rede social. 

“O jeito certo é respeitar o tipo de conexão e a forma. Não recomendo também tentar conexão via redes virtuais com pessoas que não façam qualquer sentido para você, simplesmente por se conectar. Tem que existir uma razão”, diz Mônica. 

3.Não seja insistente

Ainda no âmbito do profissionalismo, tenha em mente que abordar alguém via redes sociais é o mesmo que fazê-lo ao vivo. Você dificilmente perguntaria as mesmas coisas repetidas vezes para uma pessoa que estivesse na sua frente, nem pediria para ela conversar com você o tempo inteiro ou tentaria entregar para ela o mesmo flyer mais de uma vez. 

Em resumo: se você não é insistente ao vivo, não seja insistente online também. 

4.Direcione o que você posta

Lembra que falamos no primeiro item sobre ter clareza do porquê criar um networking online? Então, esse objetivo é importante também porque vai direcionar o que você posta nas redes. 

Se você busca recolocação, deve concentrar as suas postagens sobre esse assunto: publicar o seu currículo, contar cases de sucesso que você teve ao longo da carreira, experiências que adquiriu, etc. Se o que você busca é marketing pessoal, então deve focar em postagens que valorizem o seu conhecimento na sua área de atuação, de forma a demonstrar o seu know-how. 

5.Não peça, ofereça

Um erro comum é o profissional só acionar o networking quando precisa de emprego. Não! Lembre-se que networking é um relacionamento, e todo relacionamento é uma via de mão dupla. Isso significa que você precisa oferecer algo em troca.

Segundo Mônica, o que você pode fazer por esse relacionamento nas redes sociais são posts interessantes com assuntos relevantes e que chamem a atenção do seu público alvo. Isso também significa publicar artigos, textos que sejam do interesse desse público, curtir e comentar nos posts das pessoas da sua rede ou quem você deseja se conectar. 

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