Como usar o algoritmo do LinkedIn a seu favor

algoritmo do LinkedIn
Foto: Unsplash /LinkedIn Sales Navigator

Quando se fala em crescimento profissional, é inegável que algumas redes sociais parecem mais úteis do que outras. Tudo depende, claro, do seu objetivo com cada uma. Porém, como lidar com o tal do algoritmo do LinkedIn, por exemplo? De que forma se destacar na plataforma quando existe uma inteligência artificial que diz o que as pessoas vão ver ou não? 

Pois é, fomos atrás do próprio LinkedIn para entender mais a fundo como a plataforma funciona e trouxemos dicas para você ter ainda mais destaque com o seu perfil por lá. 

Como usar o algoritmo do LinkedIn a seu favor? 

1.Saiba como a busca profissional acontece

Você sabia que, no LinkedIn, os recrutadores usam uma ferramenta própria chamada LinkedIn Recruiter? Essa ferramenta permite que os profissionais de recrutamento, recursos humanos e gestores localizem e interajam com candidatos qualificados, aumentando a assertividade das suas buscas. Ou seja, elas são mais precisas e também mais objetivas. 

Para isso, eles usam filtros específicos para encontrar candidatos que estejam mais de acordo com a vaga que pretendem preencher. É esse motivo que torna essencial você manter o seu perfil completo e atualizado, marcando inclusive habilidades que você possui e desenvolveu ao longo do tempo. Dessa forma, a ferramenta consegue coletar mais informações e encontrar oportunidades que se adequam ao seu perfil, sempre considerando as suas habilidades, experiência e formação. 

2.Crie conteúdo relevante

O algoritmo do LinkedIn prioriza um conteúdo relevante e de qualidade. É por conta desse motivo que um perfil bem preenchido pode aumentar a sua visibilidade nas buscas. Isso é o que o próprio LinkedIn chama de “matching” entre a descrição da vaga aberta e o perfil do candidato. 

Quanto mais completo e atualizado estiver o seu perfil, maiores as possibilidades de ele combinar com os filtros escolhidos pelos recrutadores na hora de fazer uma busca. Além disso, você fortalece a sua rede de contatos e ajuda a despertar o interesse de outros recrutadores presentes na rede. 

O sistema de matching criado pela plataforma foi feito com a intenção de facilitar o processo de contratação e também de busca de emprego. Ou seja, já deu para entender o quanto é importante para o algoritmo do LinkedIn montar o seu perfil com cuidado e prestar atenção no que você posta, curte e comenta lá dentro, certo? 

Ah, e tem mais: em breve a rede vai disponibilizar para os seus usuários um recurso chamado “Disponível para Trabalho”. É como um novo filtro que vai permitir que os profissionais deixem visível no seu perfil que estão em busca de novas oportunidades profissionais. Aqueles que usarem dessa ferramenta terão os seus perfis priorizados na busca de candidatos para uma vaga. 

3.Interaja de forma inteligente

Segundo o algoritmo do LinkedIn, um perfil bem estruturado é o ponto de partida para usar a rede com sucesso. Por exemplo, você sabia que um perfil com uma foto bem feita tem 21 vezes mais chance de visualização? 

O seu perfil na rede é como um cartão de visitas, o que significa que tudo o que você faz lá dentro fica visível para as pessoas. Por isso, ser ativo, fazer publicações referentes à sua área de atuação, comentar e compartilhar conteúdos que estejam de acordo com o seu marketing pessoal ajudam a potencializar o seu alcance. 

4.Escolha bem as suas conexões

Já comentamos mais de uma vez sobre a importância do networking. Escolher bem os seus contatos na rede é ponto-chave porque também demonstra a sua influência e ligações na sua área de atuação. Lembre de direcionar o seu networking segundo o que você busca para si mesmo, profissionalmente falando.

Para manter esse networking vivo, entram aí as publicações que você faz lá dentro, os comentários que faz nas publicações de outras pessoa e até o que você curte. Se você quiser um pouco mais de direcionamento sobre o que costuma gerar o maior número de interações na redes, fique ligado: os usuários têm mais interesse em publicações e artigos (81%), estudos de caso (54%) e newsletters (43%).

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